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    Federação com PT, PCdoB e PV quer dobrar número de deputados federais no RN

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    Federação com PT, PCdoB e PV quer dobrar número de deputados federais no RN

    A Federação Brasil da Esperança, formada pelo PT, PCdoB e PV, quer ampliar a presença no Congresso Nacional a partir de 2027. Para isso, conta com um planejamento no Rio Grande do Norte que projeta dobrar a bancada federal na Câmara, passando de dois para quatro deputados.

    Atualmente, os mandatos são ocupados pelos petistas Natália Bonavides e Fernando Mineiro, que são pré-candidatos à reeleição, e outros nomes querem se juntar a eles. Na lista estão atuais parlamentares (da Assembleia Legislativa ou Câmara) e políticos sem mandato.

    No PT, os dois nomes mais fortes — além de Natália e Mineiro — são Samanda Alves e Odon Júnior. Ela é vereadora por Natal e atual presidenta estadual do PT; já ele foi prefeito de Currais Novos até 2024 e elegeu seu sucessor, Lucas Galvão.

    “A gente tem até um problema bom, porque nós temos mais nomes colocados do que vagas na federação para a nominata federal, e eu acho que isso é muito motivado pela situação do Congresso Nacional”, avalia Samanda Alves. 

    Ela cita questões como o corte no orçamento das universidades federais aprovado pelo Congresso em dezembro passado — o governo Lula anunciou uma recomposição na terça-feira (20); a PEC para blindar parlamentares de investigações e a pauta de prioridades a temas como a redução da escala 6×1. 

    “Então, eu acho que esse tem o motivador para que mais companheiros e companheiras, não só do PT mas do campo progressista, estejam colocando seus nomes à disposição”, analisa.

    No Partido Verde, os nomes fortes para a Câmara Federal são a vereadora de Natal, Thabatta Pimenta (de saída do PSOL), e o deputado estadual Dr. Bernardo (de saída do PSDB).

    “O PV para federal já está fechado. Não há vagas”, diz Rivaldo Fernandes, presidente estadual da sigla.

    No PCdoB, um dos nomes que podem chegar é Rafael Motta, que foi candidato a senador em 2022 e a prefeito de Natal em 2024. Divanilton Pereira, presidente estadual do Partido Comunista, considera que o ex-deputado federal tem o perfil da Federação e uma trajetória identificada com o campo progressista.

    “Nós tivemos duas boas conversas, mas ainda não temos uma conclusão definitiva. As conversas prosseguirão nos próximos dias”, revela. 

    Pereira acredita que a Federação Brasil da Esperança, tanto na nominata federal e estadual, será uma das mais competitivas. 

    “Não à toa, ela tem sido um espaço de atração política programática importante, tal a dimensão de sua competitividade. Então, sim, eu creio que esta federação possa alcançar, de forma histórica, quatro cadeiras na Câmara Federal. Seria uma coisa muito importante para o Rio Grande do Norte, mais ainda para o Brasil”, aponta.

    Executivo

    Para compor as chapas majoritárias, as articulações internas seguem. Os únicos nomes certos são o de Cadu Xavier para governador e Fátima Bezerra para a primeira vaga de senadora. Restam ainda vice, segunda cadeira do Senado e suplências, mas os partidos já apontam seus nomes à disposição. É o caso do PV, que apresentou Rivaldo Fernandes para a segunda vaga ao Senado; no PCdoB, podem reforçar a majoritária a secretária estadual Júlia Arruda ou o ex-vice-governador e atual Procurador-Geral do Estado, Antenor Roberto.

    Fora da Federação, entre os demais partidos aliados, também há indicações. O PDT quer o ex-senador Jean Paul Prates concorrendo a um novo mandato — ele oficializou a saída do PT em novembro com vistas a tentar um novo mandato. No PSB, uma possibilidade é da ex-deputada Larissa Rosado formar chapa como vice de Cadu.

    “Nós estamos numa construção interna, não só com a Federação, mas também com o grupo de outros partidos do campo progressista e popular aqui do Rio Grande do Norte. Todos eles estão sendo ouvidos”, diz Samanda Alves.

    Fonte: saibamais.jor.br

    Selo Bandeira Azul vai receber inscrições de praias e marinas em abril

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    © Fernando Frazão/Agência Brasil

    As inscrições de praias e marinas brasileiras para a obtenção do Selo Bandeira Azul da temporada 2026/2027 serão recebidas em abril pelo Instituto Ambientes em Rede, responsável pelo Programa Bandeira Azul no Brasil. A certificação internacional reconhece que o cumprimento de critérios de qualidade da água, gestão ambiental, segurança e educação ambiental.

    No caso das praias, a inscrição deve ser feita pelas prefeituras, que são os responsáveis legais. Se a praia estiver dentro de uma unidade de conservação federal ou estadual, a inscrição deve ser feita conjuntamente com a União, que responde pela maioria dos serviços, como coleta de lixo e contratação de guarda-vidas. Já no caso das marinas, são os donos dos locais que fazem a inscrição.

    Os relatórios enviados com as candidaturas serão analisados em maio, quando também será realizada uma oficina sobre a premiação, para que, em junho, o júri nacional se reuna e decida quais serão aprovadas.

    As candidaturas selecionadas serão submetidas ao júri internacional, que se reúne em setembro, em Copenhague, na Dinamarca, para dar a palavra final. A coordenadora nacional do Instituto Ambientes em Rede, Leana Bernardi disse à Agência Brasil que as informações apresentadas serão checadas.

    “Nesse meio tempo, a equipe técnica do programa vai fazendo as visitas às praias e marinas inscritas, para verificar se o que está na documentação é encontrado de fato nas praias”.

    O instituto entregará a bandeira azul aos municípios participantes no início de novembro deste ano, em cerimonia nacional. Cada município decidirá, então, se inicia sua temporada durante o mês de novembro ou começo de dezembro.

    No hemisfério sul, a temporada inclui dois anos, porque o período de maior calor começa em novembro e a alta temporada termina em março. Já no hemisfério norte, a temporada dura um ano só. Leana explicou que, enquanto a bandeira estiver hasteada, todos os critérios precisam ser cumpridos diariamente.

    Critérios

    Atualmente em 50 países, a certificação tem critérios adaptados às legislações nacionais, mas que se mantêm praticamente os mesmos no mundo todo, afirmou Leana. Um dos principais é a qualidade da água, que tem de ser comprovada por meio de testes de balneabilidade.

    Outro ponto avaliado é a gestão ambiental, ou seja, como o município faz a gestão dos resíduos e de todos os serviços nas praias e nos equipamentos de apoio aos usuários, como estacionamento, banheiros, rampa de acesso e posto de guarda-vidas, por exemplo.

    O terceiro critério envolve a educação ambiental, porque se o programa busca mudança de comportamento e sustentabilidade. “Todas as praias e marinas com o Selo Bandeira Azul têm que fazer ações de informação e educação ambiental, sinalizar com placas ou totens com QRCode sobre o meio ambiente da região, sobre unidade de conservação, sobre restinga e fazer ações de educação ambiental ativas, envolvendo estudantes e trabalhadores da praia”, explicou a coordenadora nacional.

    O quarto critério que deve ser atendido está relacionado à segurança em todos os sentidos, desde a presença de guarda-vidas a policiamento, se necessário, além de segurança dos equipamentos, para que as pessoas tenham uma experiência tranquila na praia.

    Temporada atual

    Na atual temporada 2025/2026, o Brasil obteve 60 bandeiras, sendo 50 praias e dez marinas. Duas praias, entretanto, perderam o selo pelo descumprimento das determinações: um trecho da Praia da Reserva, no Rio de Janeiro, em frente ao Parque Natural Municipal Nelson Mandela, por questões não resolvidas com a União; e a Praia da Barra do Rio Piçarras, em Santa Catarina, onde a prefeitura iniciou alargamento da faixa de areia. 

    Apesar disso, Santa Catarina continua na liderança brasileira, com 25 praias e cinco marinas com o Selo Bandeira Azul; seguida pelo Rio de Janeiro, com 17 praias e uma marina; Bahia, com quatro praias e uma marina; São Paulo, com uma praia e três marinas; e Alagoas, com uma praia.

    Leana Bernardi revelou que há expectativa de crescimento do número de candidatos e que mais de 25 praias estão em fase piloto, entre elas, uma praia no Ceará, e marinas no Rio Grande do Sul e no Paraná. 

    O Selo Bandeira Azul foi criado na França, em 1987, conseguindo adesão de mais três países no ano seguinte. No Brasil, foi iniciada a preparação das primeiras praias para concorrer ao selo em 2006, mas a primeira praia do país foi aprovada só em 2009. A primeira praia com o Selo de Bandeira Azul foi a Jurerê Internacional, em Florianópolis (SC) mas, ao não cumprir critérios estabelecidos, saiu da lista. Na temporada 2010/2011, o lugar foi ocupado pela Praia do Tombo, no Guarujá (SP).

    Saiba quais são as 48 praias brasileiras com Selo Bandeira Azul

    • Praia do Patacho, Porto de Pedras – AL
    • Praia do Paraíso – Guarajuba, Camaçari – BA
    • Praia da Espera – Itacimirim, Camaçari – BA
    • Praia da Viração – Ilhas dos Frades, Salvador – BA
    • Ponta de Nossa Senhora de Guadalupe – Ilha dos Frades, Salvador – BA
    • Praia Azeda-Azedinha, Armação dos Búzios – RJ
    • Praia do Forno, Armação dos Búzios – RJ
    • Praia de José Gonçalves, Armação dos Búzios – RJ
    • Praia de Tucuns, Armação dos Búzios – RJ
    • Praia Lagunar Caiçara – Arraial do Cabo – RJ
    • Praia do Foguete, Cabo Frio – RJ (Trecho em frente a Lagoa das Garças)
    • Praia do Peró, Cabo Frio – RJ
    • Praia do Pontal do Peró, Cabo Frio – RJ
    • Praia da Cidade Nova, Iguaba Grande – RJ
    • Praia de Ubás, Iguaba Grande – RJ
    • Praia do Sossego, Niterói – RJ
    • Prainha, Rio de Janeiro – RJ
    • Praia de Grumari, Rio de Janeiro – RJ (Trecho central)
    • Praia das Pedras de Sapiatiba, São Pedro da Aldeia – RJ
    • Praia das Pedras de Itaúna, Saquarema – RJ
    • Praia do Canto da Vila, Saquarema – RJ
    • Prainha, Saquarema – RJ
    • Praia do Estaleirinho, Balneário Camboriú – SC
    • Praia do Estaleiro, Balneário Camboriú – SC
    • Praia de Taquaras, Balneário Camboriú – SC
    • Praia Central, Balneário Piçarras – SC
    • Praia de Piçarras, Balneário Piçarras – SC
    • Praia da Ponta do Jacques, Balneário Piçarras – SC
    • Praia da Conceição, Bombinhas – SC
    • Praia de Quatro Ilhas, Bombinhas – SC
    • Praia da Tainha, Bombinhas – SC
    • Praia de Mariscal, Bombinhas – SC
    • Prainha de Mariscal, Bombinhas – SC
    • Praia da Lagoa do Peri, Florianópolis – SC
    • Praia das Cordas, Governador Celso Ramos – SC
    • Praia Grande, Governador Celso Ramos – SC
    • Prainha de Itá, Itá – SC
    • Praia dos Molhes do Atalaia, Itajaí – SC
    • Praia da Bacia da Vovó, Penha – SC
    • Praia da Saudade, Penha – SC
    • Praia Grande, Penha – SC
    • Praia Vermelha, Penha – SC
    • Praia do Ervino, São Francisco do Sul – SC
    • Praia de Ubatuba, São Francisco do Sul – SC
    • Praia do Forte, São Francisco do Sul – SC
    • Praia Grande, São Francisco do Sul – SC
    • Prainha – Praia da Saudade, São Francisco do Sul – SC
    • Praia do Tombo, Guarujá – SP

    Fonte: Agência Brasil de Noticias

    EUA: tempestade deixa 670 mil sem energia e cancela milhares de voos

    © REUTERS/Jonathan Ernst/Proibida reprodução

    Mais de 670 mil pessoas nos Estados Unidos ficaram sem eletricidade e quase 10 mil voos foram cancelados neste domingo (25), antes de uma tempestade de inverno que ameaça paralisar os estados do leste com uma forte nevasca.

    Os meteorologistas disseram que neve, granizo, chuva congelante e temperaturas perigosamente baixas varreriam os dois terços do leste do país neste domingo e durante a semana.

    Chamando as tempestades de “históricas”, o presidente dos EUA, Donald Trump, aprovou no sábado as declarações federais de desastre emergencial na Carolina do Sul, Virgínia, Tennessee, Geórgia, Carolina do Norte, Maryland, Arkansas, Kentucky, Louisiana, Mississippi, Indiana e Virgínia Ocidental.

    “Continuaremos a monitorar e a manter contato com todos os Estados no caminho dessa tempestade. Fiquem seguros e aquecidos”, escreveu Trump em uma postagem no Truth Social.

    Dezessete Estados e o Distrito de Columbia declararam emergências climáticas, informou o Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS, na sigla em inglês).

    A secretária do DHS, Kristi Noem, em uma coletiva de imprensa no sábado, alertou os norte-americanos a tomarem precauções.

    “Vai estar muito, muito frio”, disse Noem. “Portanto, incentivamos todos a estocar combustível, estocar alimentos, e vamos superar isso juntos.”

    “Temos equipes de serviços públicos que estão trabalhando para restaurar a energia o mais rápido possível”, acrescentou Noem.

    O número de interrupções de energia continuou a aumentar. Na manhã deste domingo, mais de 670 mil clientes dos EUA estavam sem eletricidade, de acordo com o site PowerOutage.US, com mais de 100 mil em Mississippi, Texas, Tennessee e Louisiana. Outros Estados afetados foram Kentucky, Geórgia, Virgínia e Novo México.

    O Serviço Nacional de Meteorologia alertou sobre uma tempestade de inverno excepcionalmente expansiva e de longa duração que traria um acúmulo de gelo pesado e generalizado no sudeste, onde “impactos incapacitantes a catastróficos localmente” podem ser esperados.

    Os meteorologistas previram temperaturas frias recordes e ventos gelados perigosos descendo ainda mais para a região das Grandes Planícies até segunda-feira.

    Mais de 9.990 voos dos EUA programados para domingo foram cancelados, de acordo com o site de rastreamento de voos FlightAware. Mais de 4 mil voos foram cancelados no sábado.

    As principais companhias aéreas dos EUA alertaram os passageiros para ficarem atentos a mudanças bruscas e cancelamentos de voos.

    No sábado, os operadores da rede elétrica dos EUA intensificaram as precauções para evitar apagões rotativos.

    Fonte: Agência Brasil de Noticias

    Intolerância religiosa ainda atinge terreiros e expõe racismo no RN

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    Intolerância religiosa ainda atinge terreiros e expõe racismo no RN

    Em pleno século XXI, a intolerância religiosa segue sendo uma realidade para os povos de terreiro no Rio Grande do Norte. A avaliação é do babalorixá Bàbà Melqui de Xangô, sacerdote do Ilê Axé Dajô Obá Ogodô, casa religiosa afro-brasileira de nação keto localizada em Extremoz, na Grande Natal. Segundo ele, reconhecido como um “Griô”, guardião da tradição oral, os episódios de violência, perseguição e racismo religioso continuam frequentes, sobretudo nas periferias e no interior do estado.

    “O Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa é um marco que nos leva a compreender que ainda existem grupos religiosos que nos caçam como na Idade Média se caçava as ditas bruxas”, afirmou o líder religioso ao comentar o simbolismo do 21 de janeiro, data dedicada à conscientização e à resistência.

    De acordo com Bàbà Melqui, os ataques aos terreiros persistem e nem sempre encontram resposta adequada do poder público. “Sempre temos notícias sobre intolerância, principalmente nas periferias, onde estão mais de 90% dos terreiros, e no interior, onde é ainda mais difícil recorrer às autoridades”, relatou.

    Ele defende que os espaços de matriz africana sejam reconhecidos e protegidos como templos religiosos. “Há violência contra nossos espaços sagrados e ações de perseguição, realizadas até pela polícia. Isso revela um racismo religioso estrutural”, pontuou.

    Apesar do cenário adverso, o babalorixá reconhece avanços recentes na articulação com o Estado. Segundo ele, projeto desenvolvido em parceria com a Secretaria de Segurança Pública que tem promovido diálogo com as forças policiais representa um passo importante. “Já existem palestras entre povos de terreiro e o comando da polícia. Vejo uma grande perspectiva de avanço com essa política de segurança”, afirmou.

    Para o líder religioso, a educação é um dos principais caminhos para enfrentar a intolerância. “O preconceito é um conceito pré-formado sem conhecimento. Quando não se conhece a religião do outro, como criticar, invisibilizar ou oprimir?”, questiona. Ele defende a formação de professores e formadores de opinião para trabalhar o respeito à diversidade religiosa desde cedo.

    Bàbà Melqui também destaca a atuação do Fórum de Diálogo Inter-religioso do Rio Grande do Norte, que reúne diferentes tradições no enfrentamento conjunto ao preconceito. “São várias denominações cristãs, povos tradicionais e outras religiões articuladas de forma legítima. Infelizmente, ainda não vemos as grandes igrejas atuando mais diretamente conosco nesse combate”, observou.

    Na avaliação do babalorixá, a intolerância não nasce da fé, mas da sua distorção. “O intolerante não é religioso. Ele ocupa esse espaço para perseguir e oprimir o sagrado do outro. O verdadeiro religioso reconhece e respeita o sagrado alheio”, afirmou.

    A mobilização sobre o tema ganhou visibilidade na última terça-feira (21), durante a III Celebração Inter-religiosa, realizada na Praça Pedro Velho, a Praça Cívica, em Natal. Promovido pelo Fórum de Diálogo Inter-religioso do RN, o ato reuniu povos de terreiro, lideranças cristãs e representantes de diferentes tradições em um encontro marcado por orações, cantos e manifestações em defesa da liberdade religiosa. A proposta foi ocupar o espaço público como gesto simbólico de resistência, memória e compromisso com o respeito à diversidade de fé.

    Para Bàbà Melqui, a mudança passa pela formação de uma cultura de respeito. “Creio em um Deus misericordioso, que traz paz e amor. Quando a sociedade compreender que diante de Deus somos todos irmãos, viveremos em uma grande família humana”, concluiu.

    Cenário nacional

    A realidade potiguar reflete um problema de alcance nacional. Levantamento divulgado em novembro de 2025 pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) mostra que 76% dos terreiros no Brasil já sofreram algum tipo de racismo religioso, enquanto 80% dos integrantes dessas comunidades relataram discriminação direta.

    Nos últimos dois anos, metade dos terreiros sofreu entre um e cinco episódios de agressão, e 7% registraram mais de dez ocorrências. Mesmo assim, apenas 26% dos casos foram formalizados por meio de boletim de ocorrência, o que revela forte subnotificação.

    O estudo também aponta que 52% dos terreiros sofreram ataques no ambiente virtual e que 74% já foram ameaçados ou tiveram seus espaços destruídos. O acesso aos canais de denúncia ainda é limitado: 45% não conhecem o funcionamento do Disque 100 e apenas 12% recorreram ao serviço.

    Como denunciar?

    O Disque 100 é um dos principais canais de denúncia para violações de direitos humanos. Além da ligação telefônica, o serviço oferece atendimento via WhatsApp (61) 99611-0100, Telegram (buscando por “direitoshumanosbrasil”), videochamada em Libras e pelo site da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos.

    Em situação de intolerância religiosa, é fundamental realizar a denúncia, uma vez que a Lei 14.532/2023 equiparou a injúria racial ao crime de racismo, tornando-o inafiançável e imprescritível, com penas de dois a cinco anos de prisão e multa para quem impedir ou empregar violência contra manifestações religiosas.

    Fonte: saibamais.jor.br

    Minneapolis pede reforço para conter situação tensa na cidade

    © Reuters/Tim Evans/Proibida reprodução

    O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, solicitou formalmente ao governador do Minnesota, Tim Walz, o auxílio da Guarda Nacional do Minnesota para reforçar os recursos policiais da cidade.

    Neste sábado, um enfermeiro estadunidense de 37 anos identificado como Alex Pretti foi morto por um agente de imigração do Departamento de Segurança Interna (DHS), o que gerou protestos pela cidade.

    A prefeitura apontou que os recursos policiais locais estão sobrecarregados, com as manifestações causadas pelo que classificou de “perturbação da segurança pública decorrente da ação de milhares de agentes federais de imigração nos bairros de Minneapolis”.

    A administração contou que os integrantes da Guarda Nacional do Minnesota vão auxiliar a polícia local e os serviços de emergência na proteção da segurança da comunidade na área próxima da Rua 26 e da Avenida Nicollet, região onde ocorreu o enfermeiro foi morto. Se necessário, os agentes da Guarda podem atuar em outros postos da cidade.

    Ainda seguindo a nota da prefeitura, para diferenciar de outros agentes com uniformes semelhantes, que atuam na região, os membros da Guarda Nacional de Minnesota usarão coletes refletores néon e estarão sempre em contacto próximo com os agentes da polícia de Minneapolis que estiverem na operação.

    A prefeitura informou que o destacamento da Guarda Nacional do Minnesota foi a pedido das autoridades locais, não tendo, qualquer, envolvimento do governo federal nas atividades.

    Em uma medida para a área de segurança pública, o Departamento de Polícia de Minneapolis (MPD) determinará, temporariamente, um perímetro de restrição de circulação de veículos junto ao local onde ocorreu o tiroteio. Somente o tráfego residencial terá acesso ao local.

    “Pedimos a todos os que estão reunidos na zona que se retirem para garantir a segurança pública. Caso as autoridades municipais observem materiais a serem recolhidos para barricadas ou incêndios, esses materiais serão removidos e quaisquer incêndios serão extintos”, apontou a prefeitura em nota.

    Durante do sábado, autoridades democratas reagiram ao terceiro tiroteio envolvendo agentes federais na cidade, demonstrando indignação pelo medo e pela degradação da segurança pública, além das perdas de vidas provocada pela ação de milhares de agentes federais em Minneapolis. Aconselharam também que a comunidade continue dando prioridade à segurança de todos e que participem pacificamente dos protestos.

    “Pedimos que a administração Trump e a invasão de agentes federais abandonem a nossa cidade. Quantas pessoas mais precisam morrer?”, disse o presidente da Câmara, Jacob Frey, conforme a nota, acrescentando que espera que os agentes federais reflitam o que ocorre na cidade. Frey afirmou que eles precisam defender a América e não dividir a nação como estão fazendo.

    “Sabemos que há muita raiva, mas também pedimos à nossa comunidade que mantenha a calma enquanto trabalhamos nos detalhes desta tragédia”, disse o chefe da polícia de Minneapolis, Brian O’Hara.

    A polícia de Minneapolis informou que foi montado um posto de comando desta força de segurança e que a Patrulha Rodoviária de Minnesota e outras forças policiais da área metropolitana de Minneapolis-Saint Paul estão prontas para auxiliar, caso seja necessário. As forças policiais da área metropolitana ajudam a polícia da cidade no atendimento de chamadas de emergência.

    “A nossa exigência hoje é que os agentes federais da nossa cidade ajam com a disciplina e a integridade que esperamos dos nossos próprios agentes todos os dias”, disse O’Hara.

    No entendimento da diretora de Gestão de Emergências de Minneapolis, Rachel Sayre, que tem vasta experiência em operações de emergência internacionais em países como a Síria e o Iémen, eventos deste tipo provocam impacto duradouro e intergeracional nas famílias da comunidade.

    De acordo com a diretora, nestes momentos, surgem o melhor e o pior da comunidade, sendo o pior o terror e o medo em famílias por toda a cidade até em uma ida ao supermercado ou à escola.

    “Mas o melhor, sem dúvida, é a resposta pacífica da comunidade neste momento e o cuidado com os seus vizinhos. Além disso, a nossa equipe da Câmara Municipal trabalha incansavelmente para garantir que os recursos disponíveis sejam disponibilizados”, completou na nota.

    A morte de Alex Pretti elevou o nível de tensões entre as autoridades federais e estaduais, na escalada que vem desde o assassinato da norte-americana Renee Good, em 7 de janeiro, também na cidade e ainda e foi reforçada com a detenção de um norte-americano levado de casa de bermuda e com a detenção de crianças em idade escolar, incluindo um menino de 5 anos.

    Fonte: Agência Brasil de Noticias

    Acordeon ganha espaço na EMUFRN e reforça a identidade da música popular potiguar

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    Acordeon ganha espaço na EMUFRN e reforça a identidade da música popular potiguar

    A Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (EMUFRN) vai implantar, nos próximos meses, um curso técnico de acordeon. A decisão foi aprovada em plenária de professores realizada em dezembro e marca a ampliação do conjunto de instrumentos ofertados pela instituição, com foco na valorização da música popular e das tradições culturais do estado e do Nordeste.

    Também conhecido como sanfona ou gaita, o acordeon é um instrumento de fole cujo som é produzido pela vibração de palhetas metálicas, acionadas pelo movimento do fole e pelo uso de teclas ou botões. Embora a implantação do curso ainda esteja em fase inicial, a criação da nova formação técnica é considerada um avanço significativo para a EMUFRN, tanto do ponto de vista acadêmico quanto cultural.

    Retomada de uma demanda histórica

    Segundo o professor Tiago de Quadros, supervisor acadêmico da EMUFRN, o debate sobre a criação do curso técnico de acordeon não é recente. Ele lembra que a Escola de Música já ofertou o ensino do instrumento em formato de extensão, fora do nível técnico ou superior. “Essa experiência foi marcada por grande popularidade e alta procura por parte dos estudantes, o que sempre retornava às discussões internas como uma demanda latente”, explica em entrevista à Agência Saiba Mais.

    Para além dessa memória institucional, Tiago destaca a expansão, nos últimos anos, de cursos voltados a instrumentos tradicionalmente associados à música popular. “Há uma necessidade clara de formação em instrumentos que vão além do universo da música de concerto. Por isso a Escola de Música passou a ofertar, ao longo do tempo, Canto Popular, Piano Popular, Violão Brasileiro Popular, Saxofone Popular, Trompete, entre outros. O acordeon sempre esteve presente nesse horizonte de expansão”, afirma.

    De acordo com o diretor da Escola de Música, Zilmar Rodrigues de Souza, a nova vaga representa um marco institucional. “Estamos ampliando o leque de oferta para instrumentos da música popular, um movimento que vem se consolidando nas universidades brasileiras”, afirma. Para ele, o acordeon ocupa um lugar central na identidade musical potiguar. “É um instrumento presente tanto nos grupos de cultura popular quanto em formações profissionais e na trajetória de grandes artistas do estado”, completa.

    A escolha do acordeon foi sustentada por critérios acadêmicos e por dados culturais consistentes. Tiago de Quadros integrou, ao lado do professor Mário Andre Wanderley Oliveira, a equipe responsável pelo relatório do Rio Grande do Norte que compôs o dossiê de registro das Matrizes do Forró como patrimônio cultural imaterial brasileiro. O trabalho revelou a presença massiva do acordeon em diversas manifestações musicais do estado.

    “Identificamos uma grande capilaridade do instrumento em gêneros musicais e práticas tradicionais, além de uma extensa rede de músicos atuantes, projetos de formação, aulas particulares e trios de forró em atividade”, relata. Segundo ele, esses elementos ajudaram a construir uma justificativa sólida para a criação da nova vaga, aliada à sensibilidade do corpo docente em relação às identidades sociomusicais potiguares.

    Para a EMUFRN, a criação do curso técnico de acordeon dialoga diretamente com o planejamento estratégico da instituição, que inclui a expansão de vagas, a consolidação da formação profissional em música e o fortalecimento da inserção da UFRN no campo cultural regional.

    Tiago de Quadros avalia que a formalização do ensino do acordeon no ambiente universitário contribui para o fortalecimento da música popular no campo acadêmico. “Mesmo em nível técnico, esse movimento tende a reverberar futuramente na graduação e na pós-graduação, promovendo a produção de conhecimento sobre o instrumento e formando profissionais com pensamento crítico sobre sua prática”, destaca.

    Nesse sentido, o novo curso também pode ser compreendido como uma política de valorização do patrimônio cultural imaterial. “É uma resposta concreta às demandas da sociedade e uma ação de salvaguarda que se conecta diretamente ao reconhecimento das matrizes do forró como patrimônio”, afirma o professor.

    Embora o perfil dos estudantes e os detalhes curriculares ainda estejam em fase de definição, a expectativa é de que o curso dialogue com as práticas musicais locais, regionais e também com a diversidade de possibilidades nacionais e internacionais do acordeon.

    A criação do curso técnico de acordeon reforça, ainda, a perspectiva de ampliação futura para outros instrumentos ligados à música popular. “A Escola de Música da UFRN tem um espírito de expansão. Outras demandas estão em debate e, quando houver condições favoráveis, novos cursos poderão se tornar viáveis”, conclui Tiago de Quadros.

    Com a iniciativa, a EMUFRN reafirma seu compromisso com a formação qualificada de músicos, a valorização da música popular brasileira e a preservação das expressões culturais que marcam a identidade do Rio Grande do Norte.

    SAIBA+

    Documentário resgata trajetória de mulheres que construíram o forró

    RN participa do Festival Internacional do Forró na França

    Fonte: saibamais.jor.br

    IA é a principal preocupação de segurança para os negócios no Brasil

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    © Reuters/Florence Lo/Proibida reprodução

    Um ranking de riscos empresariais elaborado pela seguradora corporativa do Grupo Allianz, a Allianz Commercial, mostra que a inteligência artificial é a principal preocupação do setor de negócios no Brasil. Essa é a primeira vez que a IA aparece como o principal risco empresarial apontado pelos executivos brasileiros.

    Segundo o levantamento, a inteligência artificial segue sendo vista como uma poderosa alavanca estratégica para os negócios, mas também como uma fonte crescente de riscos operacionais, legais e reputacionais, superando a capacidade das empresas de estruturar governança, acompanhar a regulação e preparar adequadamente suas equipes.

    “Considerando a crescente importância da IA ​​na sociedade e na indústria, não é surpreendente que ela seja o principal fator de variação no Allianz Risk Barometer. Além de trazer enormes oportunidades, seu potencial transformador, aliado à rápida evolução e adoção, está remodelando o cenário de riscos, tornando-se uma preocupação central para empresas”, destacou o CEO da Allianz Commercial, Thomas Lillelund.

    As principais preocupações apontadas pelos empresários no ranking são:

    • Inteligência artificial (32% de citações);
    • Incidentes cibernéticos (31%);
    • Mudanças na legislação e regulamentação (28%);
    • Mudanças climáticas (27%) e
    • Catástrofes naturais (21%).

    Fonte: Agência Brasil de Noticias

    Bombeiros cortam a lombra do povo e Fátima se desgasta

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    Bombeiros cortam a lombra do povo e Fátima se desgasta

    Por dever de justiça, retomo o tema da grande novidade desse verão que foi o banho noturno na Redinha para registrar que, finalmente, as autoridades acordaram para essa invenção barata, criativa e gratuita que tem feito a alegria do povo da zona norte de Natal nessas noites quentes de janeiro.

    Depois de ganhar destaque, inclusive fora do estado, atraindo gente de todo canto, o banho nas águas mornas da Redinha, sob a luz da Ponte de Todos Newton Navarro, como se chama a ponte nova que liga a praias do Forte ao outro lado do Potengi, ganhou a atenção do brioso Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte que resolveu entrar em cena.

    Depois que a atração ganhou visibilidade na mídia, como sempre, a ágil prefeitura de Natal correu para anunciar a construção de uma rampa, em substituição às pedras que servem de acesso ao banho.

    Maaaassss, como se sabe, até o verão do ano que vem nada será feito porque a obra que beneficia o povo mais pobre da capital depende de dinheiro do governo federal e estadual. Os milhões em caixa que a prefeitura tem são para pagar shows e encher o bolsos de muita gente que não canta nada, mas ganha sempre.

    Os Bombeiros, que são do Governo do Estado, chegaram sim à nova atração pública, mas esqueceram de levar seus homens salva-vidas bem treinados, seus equipamentos caros, mais luzes, seus barcos, boias sinalizadoras e luzes piscando para estabelecer um limite para o banho seguro e evitar afogamentos e outros acidentes que condenem o lugar à invisibilidade em que sempre viveu.

    As autoridades do Corpo de Bombeiros limitaram-se a publicar na imprensa uma declaração condenando o banho e alertando para o risco. Só. Na prática, o comando do Corpo de Bombeiros repetiu a cartilha dos mais servidores públicos: proíbe para não ter que trabalhar.

    Ou será que essa proibição dos Bombeiros fazia parte da estratégia do governo para criar uma oportunidade de marketing e fazer a imagem da governadora Fátima Bezerra aparecer positivamente, com seu poder triunfando sobre a insensibilidade de seus comandados?…

    A segunda parte da história, o grand finale em que a frequentadora da Redinha nos tempos das vagas magras valorizasse iniciativa do povo em favor do turismo popular na Redinha, não rolou…

    Fátima não apareceu para salvar os turistas e banhistas fracos e oprimidos da Redinha, que curtem seu verão sem lancha de luxo, jet-skis, biquinis e joias de grife tão presentes no litoral sul. Omitindo-se, Fátima concordou com a insensibilidade de seu Corpo de Bombeiros.

    Enquanto isso, os mesmos policiais que proíbem o banho noturno da Redinha para não ter trabalho, deixam a coisa correr frouxa em outros litorais desse Oceano Atlântico que nos banha. Em resumo: aos poderosos tudo, ao povo simples a má vontade do governante e o rigor da lei.

    Mas ainda há tempo da governadora deixar de lado, por alguns minutos, as confusões da eleição de outubro e agir agora, mandando o Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar e Civil, o pessoal da Emprotur e de outros órgãos do governo, trabalharem para consolidar esse novo destino turístico do povo de Natal.

    Ela poderá, depois, até botar uma placa com o nome dela, usar a iniciativa na propaganda do governo e durante a campanha e honrar seu passado de luta, de festa e de frequentadora da praia da Redinha. Ou amargar mais um desgaste à sua imagem.

    Fonte: saibamais.jor.br

    Capital paulista tem 2º maior número de mortes no trânsito em 2025

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    © Paulo Pinto/Agência Brasil

    A capital paulista registrou, em 2025, o maior número de mortes no trânsito desde o ano de 2015. Foram 1.034 óbitos no ano passado; em 2024, 1.029; e em 2015, 1.101 – os três anos em que as mortes superaram o milhar. Os dados são do Sistema de Informações Gerenciais de Sinistros de Trânsito de São Paulo (Infosiga SP).

    Motociclistas formam o maior número de vítimas, com 475 mortes, seguida dos pedestres (410), motoristas e passageiros de automóvel (85), ciclistas (35), ocupantes de caminhões (6); ocupantes de ônibus (6); outros (2); e não disponível (15). Segundo os dados, 82% das vítimas eram homens e 18%, mulheres. 

    Em 2025, a faixa etária com maior número de vítimas foi a de 25 a 29 anos, seguida da de 20 a 24 anos, e a de 40 a 44 anos. Já o dia da semana em que mais mortes foram registradas foi o domingo (180), seguido da sexta-feira (154), e sábado (151).

    Segundo o membro do Instituto de Engenharia, urbanista e arquiteto Flaminio Fichmann, a alta quantidade de mortes no trânsito paulistano em 2025 pode ser explicada pelo aumento da utilização de motocicletas, movimento que ocorre desde a pandemia de covid-19, e também pela migração de usuários do transporte coletivo para o transporte individual, modal em que os acidentes são mais frequentes.

    “A gente teve uma diminuição do volume de pessoas utilizando o transporte público, metrô, trem e ônibus. E essa redução transferiu esse pessoal para o transporte individual, que é mais perigoso. O transporte público é muito seguro de maneira geral, são raros os acidentes fatais. Em contrapartida, os acidentes que envolvem motocicletas e, depois, automóveis, são consideráveis”, destaca.

    De acordo com Fichmann, as mortes no trânsito podem ser mitigadas com o incentivo, pelo poder público, ao uso do transporte coletivo, o que beneficiaria também o sistema público de saúde.

    “A cidade não tem espaço viário suficiente para abrigar uma quantidade cada vez maior de viagens, seja por motocicleta, seja por automóveis. Isso produz enormes congestionamentos e todas as demais consequências, como poluição, e toda sorte de problemas, como acidentes e o consequente maior número de internações”.

    Em nota, a Prefeitura de São Paulo disse que tem adotado diversas medidas para aumentar a segurança no viário urbano, como Áreas Calmas, com limite de 30 km/h, Rotas Escolares Seguras, redução de velocidade em vias, ampliação do tempo de travessia, implantação de mais de 10 mil faixas de pedestres, travessias elevadas, minirrotatórias e o Programa Operacional de Segurança, em locais com maior índice de acidentes.

    “Além dos Programas de Segurança Viária, o Plano de Metas Municipal inclui a implantação de tempo integral nas passagens de pedestres semaforizadas em vias com canteiro central, evitando assim longos tempos de espera, e as Frentes Seguras (boxes de motos na espera do semáforo veicular), que ampliam a segurança e a visibilidade entre pedestres e veículos”.

    Fonte: Agência Brasil de Noticias

    Programa Brasil no Mundo debate crise entre Europa e Trump

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    © TV Brasil

    Neste domingo (25), a TV Brasil leva ao ar, às 19h30, uma nova edição do programa Brasil no Mundo. No estúdio, no Rio de Janeiro, os jornalistas Cristina Serra, Jamil Chade e Yan Boechat analisam a resposta que a Europa tenta dar às últimas movimentações de Trump no Fórum Econômico de Davos e os efeitos dessas ações no Brasil e na América Latina. Além disso, desvendam os desdobramentos dos conflitos na Síria.

    O doutor em Ciência Política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ) e professor associado do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política do Instituto de Estudos Políticos e Sociais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ), Christian Lynch, junta-se ao time de apresentadores para comentar os destaques da semana.

    Sobre a produção                                                       

    O programa Brasil no Mundo se dedica a destrinchar os grandes acontecimentos globais com a profundidade que cada tema exige. Conduzido pelos jornalistas especialistas Cristina Serra, Jamil Chade e Yan Boechat, apresenta análises consistentes e, a cada edição, recebe um convidado que contribui para ampliar a compreensão do cenário internacional e de seus reflexos na sociedade.

    Com exibição semanal na TV Brasil sempre aos domingos, às 19h30, o programa tem duração de uma hora,

    Fonte: Agência Brasil de Noticias