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    Arquivos de caso Epstein citam recrutamento de mulheres no RN

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    Arquivos de caso Epstein citam recrutamento de mulheres no RN
    Imagem: reprodução

    Arquivos do caso Epstein liberados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos cita o possível agenciamento de mulheres no Rio Grande do Norte pelo bilionário norte-americano. Num e-mail datado de janeiro de 2011 é possível ler uma conversa entre o magnata e uma mulher que pede dinheiro para tirar o passaporte de uma menina e levá-la até Nova Iorque. Ela pergunta a Epstein como proceder, diz que a jovem nunca viajou e não fala inglês, que vem de uma cidade pequena nos arredores de Natal e é de uma família muito simples e pobre. A mulher ainda diz enviar uma foto da jovem tirada na véspera do Ano Novo e que ele vai adorá-la.

    Imagem: reprodução

    No documento analisado pela Agência SAIBA MAIS, a recrutadora diz estar na casa da mãe em Natal e manda um número de telefone para que o bilionário possa ligar. O número foi colocado em sigilo pelo Departamento de Justiça norte-americano. O contato de Epstein em Natal diz que vai verificar quanto custarão a passagem, o visto e o passaporte.

    Já em um outro email, uma mulher que mantém contato com Epstein diz que teve um final de semana com a mãe em Pipa e envia fotos.

    Imagem: reprodução

    Jeffrey Epstein era um bilionário norte-americano condenado por comandar uma rede de tráfico sexual. As investigações apontam que o magnata abusou de meninas menores de idade durante o início dos anos 2000. Ele foi preso em 2019, mas morreu um mês depois. As autoridades concluíram que ele tirou a própria vida na prisão.

    A acusação diz que Epstein pagava em dinheiro para que meninas fossem até imóveis de propriedade do bilionário e praticassem atos sexuais. As meninas também eram pagas para recrutar outras garotas com a mesma finalidade. Segundo o governo dos Estados Unidos, Epstein abusou de mais de 250 meninas menores de idade.

    Jeffrey Epstein foi investigado a primeira vez em 2005, na Flórida, por abuso sexual contra garotas menores de idade. Na ocasião, ele alegou que os encontros foram consensuais e que achou que as jovens tinham 18 anos. Em 2008, Epstein se declarou culpado pelo crime de exploração de menores e fechou um acordo que previa 13 meses de prisão e pagamento de indenização às vítimas. Mas, em fevereiro de 2019, um juiz da Flórida argumentou que o acordo era ilegal. Em julho, Epstein foi acusado criminalmente de abusar de menores e comandar uma rede de exploração sexual. Ele morreu em agosto do mesmo ano.

    Após sua morte, as acusações foram retiradas contar Epstein, mas os procuradores do caso disseram que poderiam indiciar outras pessoas envolvidas. Já os advogados das vítimas afirmaram que procurariam indenização junto aos tribunais.

    Epstein e Donald Trump I Foto: Davidoff Studios/Getty Images

    Os documentos afirmam que nem toda citação nos documentos tem relação com os crimes dos quais Epestein foi acusado. Os documentos divulgados revelam nomes conhecidos nas correspondências com o magnata, como Bill Clinton, Bill Gates, Donald Trump e Elon Musk. Também há referências ao Brasil e ao recrutamento de brasileiras.

    No dia 30 de janeiro deste ano, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou mais de 3 milhões de páginas, 2 mil vídeos e 180 mil imagens de arquivos relacionadas à investigação do caso Epstein.

    Fonte: saibamais.jor.br

    Segurança, moradia, saúde são maiores demandas de moradores de favelas

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    © Tânia Rêgo/Agência Brasil

    As favelas brasileiras reúnem uma população majoritariamente jovem, negra, trabalhadora e com projetos concretos de futuro. Por outro lado, vivem com desafios estruturais persistentes em áreas que vão da educação à segurança. Essa é a realidade apresentada na pesquisa Sonhos da Favela, feita pelo Data Favela nas cinco regiões do Brasil, com ênfase no Rio de Janeiro e em São Paulo.

    O estudo se baseia em 4.471 entrevistas realizadas com maiores de 18 anos, todos moradores de favela, entre os dias 11 e 16 de dezembro de 2025. O objetivo principal dos organizadores é convidar população e o poder público a conhecer e a enfrentar as negligências que impactam a vida nas favelas.

    Dignidade e bem-estar básico estão entre as principais aspirações. Ao projetarem o futuro da família para 2026, o desejo por uma casa melhor lidera os planos (31%), seguido pela busca por uma saúde de qualidade (22%), entrada dos filhos na universidade (12%) e segurança alimentar (10%).

    “O Data Favela acredita que mapear pensamentos, experiências e vivências de moradores de favela é, antes de tudo, um ato de reconhecimento e reparação. Favela não é só ‘problema’ ou ‘estatística’. É também espaço onde existe inteligência coletiva, cultura, empreendedorismo, inovação, verdadeiras estratégias para prosperar”, analisa a copresidente do Data Favela Cléo Santana.

    “Ouvir quem vive a favela todos os dias muda o centro da narrativa: não se trata apenas de ‘falar sobre’, mas de construir dados com as pessoas, a partir do que elas consideram urgente, possível e necessário. Isso tem impacto direto na forma como políticas públicas são desenhadas, como empresas se relacionam com esses públicos e como a imprensa retrata as periferias”, complementa.

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    Rio de Janeiro (RJ), 02/11/2025 - Rua Santa Celinha, ao lado da praça São Lucas, no Complexo da Penha. zona norte da Cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
    Rio de Janeiro (RJ), 02/11/2025 - Rua Santa Celinha, ao lado da praça São Lucas, no Complexo da Penha. zona norte da Cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

    Complexo da Penha, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro – Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

    Perfil sociodemográfico

    A maior parte dos entrevistados é formada por adultos entre 30 e 49 anos (58%). Jovens de 18 a 29 anos somam 25%, enquanto pessoas com mais de 50 anos correspondem a 17%. Cerca de 60% são mulheres e 75% de todos os entrevistados se identificam como heterossexuais.

    Oito em cada dez se identificam como negros (49% se declaram pardos, 33% se declaram pretos). Brancos são 15%.

    Sobre graus de escolaridade, 8% têm ensino fundamental completo; 35%, ensino médio completo; 11%, ensino superior completo; e 5%, pós-graduação.

    Cerca de 60% ganham até um salário mínimo mensalmente. Na sequência, 27% recebem de R$ 1.521 a R$ 3.040, enquanto 15% do total reúne faixas acima de R$ 3.040.

    Três em cada dez afirmaram ter um trabalho com a carteira assinada (ocupados), 34% estão informais (entre aqueles que não possuem a carteira assinada e os que fazem bicos), 17% estão desempregados (desocupados) e 8% estão fora da força de trabalho (entre aposentados e estudantes).

    No geral, 56% dos entrevistados afirmam não receber nenhum tipo de benefício do governo, como auxílio gás, aposentadoria ou pensão do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), tarifa social de energia elétrica, seguro-desemprego. Entre os que recebem algum benefício, o mais citado é Bolsa Família/Auxílio Brasil (29%).

    Infraestrutura territorial

    Em relação à infraestrutura territorial, os moradores foram questionados sobre as principais mudanças que desejariam nos seus territórios em 2026. As respostas mais frequentes foram: saneamento básico (26%), educação (22%), saúde (20%), transporte (13%) e meio ambiente (7%).

    Sobre as opções que possuem nas comunidades ligadas à esporte, lazer e cultura, 35% afirmaram ser ruim ou muito ruim, e 32% afirmaram ser regular.

     


    Imagem de riacho com falta de saneamento básico e uma criança passando em favela do Complexo da Maré
    Imagem de riacho com falta de saneamento básico e uma criança passando em favela do Complexo da Maré

    Falta de saneamento básico no Complexo da Maré – Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

    Desafios de raça e gênero

    Cerca de 50% dos entrevistadores afirmam que a cor da pele impacta nas oportunidades de trabalho, enquanto 43% dizem que a cor da pele não impacta.

    Sete em cada dez afirmam que a violência doméstica/feminicídio é o principal desafio que as mulheres enfrentam dentro da favela, seguido da dificuldade com emprego e renda (43%) e apoio no cuidado com os filhos (37%).

    Quando perguntados sobre qual política pública consideram mais urgente para as mulheres, as respostas mais frequentes foram: programas de inserção no mercado de trabalho (62%), campanhas de educação contra o machismo (44%), delegacias e serviços com atendimento 24h (43%) e o cuidado com a saúde da mulher (39%).

     


    Comunidade de Paraisópolis.
    Comunidade de Paraisópolis.

    Favela de Paraisópolis, na capital paulista – Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

    Segurança pública

    Os moradores das favelas também foram perguntados sobre quais instituições confiam que irão protegê-los contra a violência. As respostas incluem Polícia Militar (27%), Polícia Civil (11%) e facção da minha favela (7%). A opção com mais votos, no entanto, foi “nenhuma delas” (36%).

    Quando perguntados sobre a presença da polícia dentro da favela, o silêncio é significativo, segundo os pesquisadores: 24% optaram por não responder, enquanto outros 25% afirmam que a presença não altera a sensação de segurança. Uma parcela de 13% sente medo e insegurança com a presença policial. Por outro lado, 22% se sentem mais seguros com o policiamento no território.

    “Um dado simbólico da pesquisa é o que revela que o maior desejo é poder ir e vir com tranquilidade [47%], mostrando dessa forma que o futuro ainda é pensado a partir da sobrevivência e do medo. Pesquisas como essa funcionam como um megafone para ampliar a voz que a favela já tem”, explica a copresidente do Data Favela Cléo Santana.

    Fonte: Agência Brasil de Noticias

    Mulheres em situação de rua passam a ter fórum nacional de enfrentamento

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    Mulheres em situação de rua passam a ter fórum nacional de enfrentamento

    É de conhecimento público o alarmante quadro de violência contra a mulher, que resulta na morte de quatro mulheres a cada dia no Brasil, segundo os dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Essa situação é ainda mais grave para as mulheres em situação de rua, também, por falta de monitoramento. Para tratar esse e outros problemas, o Governo Federal criou o Fórum Nacional de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres em Situação de Rua ou Trajetória de Rua em sua Diversidade. De caráter consultivo, a proposta é articular e integrar políticas públicas voltadas para o setor.

    “A violência contra a mulher é uma coisa assustadora. O Fórum é focado em integrar as políticas públicas, fortalecer a proteção e o combate à violência contra a mulher que, historicamente, é invisibilizada. Temos representantes do Ministério da Mulher, mas a maioria das integrantes são mulheres com trajetória de rua, ninguém melhor do que quem vivencia ou vivenciou para falar das políticas públicas ou da falta delas”, avalia Sueli Oliveira, da coordenação Nacional do Movimento População de Rua e coordenadora do Coletivo Marias em Movimento.

    A criação do Fórum foi formalizada no dia 30 de janeiro deste ano através da portaria interministerial dos Ministérios das Mulheres e dos Direitos Humanos e da Cidadania. Com participantes do governo e da sociedade civil, a iniciativa vai funcionar, inicialmente, pelo período de dois anos.

    É uma forma de garantir que essas mulheres participem de tudo, da formulação das políticas que as afetam, assegurando as necessidades reais vivenciadas por elas no dia a dia nas ruas, promover a produção de estudos e estatísticas. Atua também como um eixo de acesso aos direitos básicos, como saúde, justiça e moradia, já que com a moradia, as outras políticas chegam”, acredita Sueli.

    Caberá ao colegiado elaborar diretrizes, estratégias e ações integradas, o aprimoramento da Rede de Atendimento e Proteção às Mulheres em Situação de Violência, além do incentivo à produção de estudos, pesquisas e dados que subsidiem a formulação e o monitoramento de políticas públicas. O Fórum deve se reunir duas vezes ao ano com apoio técnico e administrativo das secretarias nacionais dos dois ministérios.

    Esse é um mecanismo novo que construímos com muita luta. Não dá para elaborar políticas específicas sem dialogar com essas mulheres. A política não é de cima para baixo, mas de baixo para cima. Muitas vezes uma ação não dá certo, essas mulheres não são ouvidas e aí muitas vezes não dá certo e acabam nos culpabilizando por isso, mas não dá certo porque não foi construído conosco e sim para nós”, justifica Sueli.

    Não há dados exatos sobre o número de mulheres em situação de rua no Brasil. A estimativa é de que há 365 mil pessoas em situação de rua em todo o país, mas não se sabe quantas são mulheres. No Rio Grande do Norte, a estimativa é de mais de duas mil pessoas.

    O que não vai faltar é argumento para lutar por políticas públicas, já se construiu muito, mas o que acontece é que nossos governantes fecham os olhos e essas políticas não chegam às pessoas. Não temos dados específicos sobre a população em situação de rua, lutamos para que o IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística] conte a população de rua, temos dados do CadÚnico. A estimativa hoje é de mais de 365 mil pessoas em situação de rua, embora a maioria ainda seja homem. Esse número aumentou mais de dez vezes em uma década, principalmente, no pós pandemia. Mulheres enfrentam maiores riscos de violência na rua, principalmente, a violência sexual, a dificuldade para manter a higiene e a maternidade. O que sabemos é que é forte a presença de mulheres negras e migrantes”, projeta a Coordenadora Nacional do Movimento População de Rua.

    Saiba +

    Fonte: saibamais.jor.br

    Rio ganha mais um espaço de desfile na área central da cidade

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    © Vladimir Platonow/Agência Brasil

    O carnaval de rua do Rio ganha mais um local de desfile no centro da cidade com a criação do Circuito Bira Presidente,  na Avenida Chile, entre sábado (14) e terça-feira (17) deste mês. Batizado em homenagem ao fundador do bloco Cacique de Ramos, o Circuito Bira Presidente destaca a diversidade do carnaval de rua, reunindo blocos tradicionais, coletivos culturais, manifestações afro-brasileiras e grupos que representam diferentes territórios da cidade.

    “Batizar a Avenida Chile como Circuito Bira Presidente é uma forma de reconhecer a importância dos blocos e da cultura popular na construção do Carnaval carioca. A programação reúne tradições, ancestralidade e diferentes expressões culturais que mantêm viva a identidade do Rio”, disse o presidente da Riotur, Bernardo Fellows.

    A homenagem a Bira Presidente, foi oficializada por meio de um decreto da prefeitura do Rio, escolhendo a Avenida Chile por ser o percurso tradicionalmente feito pelo Cacique de Ramos. 

    Ao ocupar a Avenida Chile com uma programação intensa e diversa, a iniciativa reforça a vitalidade da cultura carnavalesca e evidencia o papel da cidade como um dos principais polos de festas populares do mundo, onde tradição e inovação caminham lado a lado.

    A concentração será na Avenida Almirante Barroso com a Rua México

    Sábado (14)

    Federação Blocos Grupo 2

    20h Quilombo Baixada

    20:50 Resistentes Lapa

    21:40 Moc. Manguariba

    22:30 Raízes da Tijuca

    23:20 Amigos do Tinguá

    00:10 Mocidade Mineira

    1h Do China

    1:50h Diamante

    2:40h Indep. Nova América

    Domingo (15)

    Liberj – Blocos de Embalo

    16h Engata no Centro

    16:30 Pagodão Beco de Pilares

    17h Unidos de Benfica

    17:30 Pagodão de Madureira

    18h Vai Quem Quer Catumbi

    18:30 Turma do Gato

    19h Bohêmios de Irajá

    19:30 Acadêmicos da Botija

    21h Cacique de Ramos

    Segunda (16)

    Liberj – Blocos de Embalo

    16h Vinil Social

    16:30 Gigante dos Mares

    17h Ninho Cobras do Arsenal

    17:30 Xodó da Piedade

    18h Cervejeiros

    18:30 Bohêmios São Cristóvão

    19h Banda da Folia

    19:30 Confraria da Bebidinha

    21h Cacique de Ramos

    Terça (17)

    Liberj – Blocos de Embalo

    15h Alegria de Quintino

    15:20 Imperadores do Samba

    15:40 Chorou Cuíca

    16h Foliões do Rio

    Blocos Afro

    16h30 Afoxé Filhas de Gandhi

    – Afoxé Filhos da Paz

    – Afoxé Raízes Africanas

    – Afro Zimbawê

    – Afro Tafaraogi

    – Afro Lemi Aiyó

    – Afro Olodumaré

    20h Afro Orunmila

    21h Cacique de Ramos

    Fonte: Agência Brasil de Noticias

    Feira reúne artistas e produção independente em Natal

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    Feira reúne artistas e produção independente em Natal

    A primeira Feira Estipe de Verão acontece no próximo sábado (7), das 10h às 18h, no Duas Estúdio, em Ponta Negra, reunindo arte, brechós, produção gráfica, comida e música em uma proposta que articula economia criativa e arte contemporânea em Natal. Idealizada pelo Estipe, espaço independente voltado à experimentação e ao fortalecimento da cena artística local, a feira marca uma nova frente de atuação do projeto, ampliando o diálogo com públicos diversos e criando oportunidades de circulação e renda para artistas e produtores independentes.

    Segundo membra fundadora Maria Sucar, a realização da feira era um desejo antigo do grupo. “A feira era um projeto que queríamos fazer desde o início do Estipe. O espaço Duas tem um histórico de feiras que foi muito relevante pro cenário cultural natalense por anos, então sabíamos que era possível utilizar o espaço dessa forma e que há o interesse da população nesse tipo de atividade. Decidimos finalmente botar pra frente e começar a construir esse projeto esse ano”, afirma em entrevista à Agência Saiba Mais.

    A Feira Estipe de Verão reúne mais de 10 expositores, com produções que vão de bazares e brechós a artes gráficas e comida. O evento também contará com bar e DJ set pensado para criar um ambiente de convivência ao longo do dia.

    A iniciativa dialoga com outras ações do Estipe, como os Ateliês Abertos e as leituras de portfólio, que priorizam o encontro, a troca e o fortalecimento coletivo. “A feira está bem direcionada em alguns dos nossos maiores objetivos enquanto projeto, que é conhecer outros artistas, utilizar o espaço para ampliar essas vozes e movimentar coletivamente o cenário. Sempre pensamos em como usar o espaço e o projeto para auxiliar de alguma forma a formação e difusão dos artistas de Natal e a feira com certeza traz não apenas a visibilidade, como o apoio financeiro”, explica Maria.

    SAIBA+ Ateliê aberto fomenta produção artística contemporânea de Natal

    Dentro do campo da arte contemporânea e da economia criativa, a feira surge como um ponto de aproximação entre linguagens e públicos. A proposta inicial é trabalhar com um formato mais tradicional de feira, mas com planos de expansão. “Começamos com a ideia de fazer uma feira em moldes mais tradicionais, para podermos nos estabelecer no imaginário. Como pretendemos fazer uma vez por mês, temos muitas ideias para expandir a feira em um ambiente de difusão não apenas de produtos, mas de ideias e habilidades”, aponta.

    Apesar de o Estipe ser formado por artistas contemporâneos, o grupo reconhece os limites desse nicho na cidade e aposta na feira como ferramenta de mediação cultural. “Gostaríamos de utilizar a feira para aproximar um público mais geral para o espaço, oferecendo futuramente cursos, conversas e apresentações. É um espaço que busca ocupar essas duas áreas que por vezes dizem ser tão diferentes, a economia criativa e a arte contemporânea, justamente para conciliar nosso objetivo de difusão de ideias com o propósito de formação de público para essas ideias.”

    A criação de espaços de circulação e venda é vista como estratégica em um contexto de precarização do trabalho artístico. “Os artistas natalenses são financeiramente desamparados. A maioria depende de editais de auxílio à cultura que, apesar de muito importantes, são demorados e não garantem dinheiro entrando na conta. Feiras como essa ajudam os artistas a encontrar formas independentes de fazer dinheiro com a própria arte”, ressalta Maria. A ideia é que, no futuro, algumas edições sejam direcionadas a formatos específicos, como feiras gráficas voltadas à produção contemporânea.

    Aberta ao público, a Feira Estipe de Verão se propõe a ser um espaço de encontro, descoberta e apoio à produção local. “A expectativa é que a feira seja um momento descontraído para conhecer e apoiar artistas locais, atingindo também públicos não tão familiares com a arte contemporânea. A feira é para todo mundo, com diversos produtos e trabalhos à disposição, para passar um dia tranquilo recheado de arte e cultura”, finaliza Maria Sucar.

    Serviço
    Feira Estipe de Verão
    Data: Sábado, 7 de fevereiro
    Horário: das 10h às 18h
    Local: Duas Estúdio
    Endereço: Rua Praia de Diogo Lopes, 2197, Ponta Negra, Natal

    SAIBA+
    Diálogo e criação: leitura de portfólios com inscrições abertas para artistas visuais em Natal
    Setembro de Segunda Mão: moda sustentável com brechós, criadores e ativistas



    Fonte: saibamais.jor.br

    Estado de São Paulo confirma 12ª morte por intoxicação por metanol

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    © Governo de SP

    O governo do estado de São Paulo confirmou na noite desta quarta-feira (4) que um homem de 26 anos, de Mauá, região metropolitana da capital, morreu vítima de intoxicação por bebida alcoólica contaminada com metanol. Trata-se da 12ª morte por esta mesma causa no estado.

    Segundo o boletim da Secretaria de Saúde, o estado registra 52 casos confirmados de intoxicação por metanol.

    Os óbitos no estado estão distribuídos assim:

    • São Paulo: 4 homens de 26, 45, 48 e 54 anos;
    • São Bernardo do Campo: 1 mulher de 30 anos e 1 homem de 62 anos;
    • Osasco: 2 homens de 23 e 25 anos e uma mulher de 27anos;
    • Jundiaí: 1 homem de 37 anos;
    • Sorocaba: 1 homem de 26 anos; e
    • Mauá: 1 homem de 26 anos.

    O governo estadual ainda investiga quatro óbitos, sendo 1 em Guariba (vítima de 39 anos), 1 em São José dos Campos (de 31 anos) e dois em Cajamar, de 29 e 38 anos.

    >> Clique aqui e acompanhe a cobertura da Agência Brasil sobre as intoxicações por metanol no país. 

    No ano passado, houve em São Paulo, sua região metropolitana e cidades em outros estados a comercialização de bebidas alcoólicas de origem clandestina ou sem procedência confiável. Muitos desses produtos continham metanol, substância tóxica e que podem causar a morte.

    Diante da gravidade, o Ministério da Saúde criou uma sala de situação para acompanhar o problema. Foram feitas várias operações policiais para apreensão de bebidas adulteradas e também para capturar os criminosos responsáveis pela adulteração.

    Agora, com esta nova morte em São Paulo, o país já tem 17 óbitos provocados por consumo de bebida alcoólica contaminada por metanol. 

    São Paulo é o estado mais atingido pelo problema.

    Fonte: Agência Brasil de Noticias

    Amazônia negra será protagonista no desfile da Mangueira em 2026

    © Fernando Frazão/Agência Brasil

    “Chamei o povo daqui, juntei o povo de lá / Na Estação Primeira do Amapá”.

    Esses versos do samba da Mangueira para 2026 já indicam a união das culturas do Norte e do Sudeste do Brasil no carnaval que a escola propõe neste ano. A Verde e Rosa vai desfilar com o enredo Mestre Sacaca do Encanto Tucuju ─ O Guardião da Amazônia Negra.

    Quando conheceu a figura de Mestre Sacaca, o carnavalesco, Sidnei França, não sabia quem era ele, mas, com a curiosidade despertada, viu que o seu personagem, já falecido, tinha vivido no Amapá. “Foi um curandeiro, uma pessoa importante para a sociabilidade do povo amapaense e especialmente o povo preto e pobre”, descreveu em entrevista à Agência Brasil.

    >> Enredos das escolas de samba contam a história não oficial

    >> Conheça os enredos das escolas do Grupo Especial do Rio em 2026

    >> Acompanhe a cobertura do carnaval na Agência Brasil

    Ampliando as pesquisas, ele descobriu a ideia muito contemporânea do conceito de uma amazônia negra, o que chamou atenção dele e dos pesquisadores da Mangueira.

    “Achamos esse conceito de que o estado do Amapá tem uma autodeclaração negra muito forte. Dois terços do estado do Amapá, no último Censo, se declarou negra. Eles têm um conceito de uma amazônia negra, de negritude amazônica, que achei muito forte”, comentou, acrescentando que isso os levou a pensar a amazônia em um outro sentido, diferente “do pensamento colonizado brasileiro da amazônia essencialmente como floresta e enquanto ocupação indígena”.

    “É uma outra camada de fôlego para o enredo da Mangueira. Olhar para um local, uma região, para um povo que até se acostumou a ser invisibilizado no contexto nacional”, pontuou.

     


    Rio de janeiro (RJ), 21/01/2026 - Sidnei França, carnavalesco da escola de samba Mangueira. Foto: JM Arruda/Mangueira
    Rio de janeiro (RJ), 21/01/2026 - Sidnei França, carnavalesco da escola de samba Mangueira. Foto: JM Arruda/Mangueira

    Sidnei França, carnavalesco da escola de samba Mangueira. Foto: JM Arruda/Mangueira

    Herança afro-indígena

    Na visão do carnavalesco, a escola vai homenagear um homem que dedicou a sua vida a entender o seu povo e o país.

    “Ele mergulhou nos rios, se embrenhou nas matas, aprendeu com os negros e os indígenas, por isso o enredo é afro-indígena. O mestre Sacaca carrega essa herança afro-indígena muito ligada à ideia de cura, proteção através de garrafadas, chás, unguentos e infusões”, completou, citando que Mestre Sacaca deixou três livros publicados sobre a cura por meio das ervas.

    Sidnei França exalta que o homenageado foi um homem que fez diferença, especialmente, entre o povo de menor condição financeira e que sempre viu a natureza, a floresta amazônica como meio de integração entre o homem e o natural.

    “O próprio título do enredo da Mangueira chama ele de guardião da cultura negra”, disse, lembrando que Mestre Sacaca interagiu com tambores de escolas de samba, foi rei momo e tocava tambor de marabaixo ─ manifestação cultural do Amapá.

    Encantos tucujus

    Para desenvolver o enredo, Sidnei França foi até o Amapá com a equipe de pesquisadores. Uma das descobertas foi a forma de o povo amapaense se autodeclarar afetivamente como tucuju.

    “Assim como tem paulista, carioca, potiguar, capixaba, quem nasce derivado do Amapá é tucuju”, contou.

    “Cada momento do desfile da Mangueira mostra o Mestre Sacaca encantado pela própria natureza e pela própria identidade tucuju. Ele vai nos apresentando cada momento dessa saga que ele próprio nos deixou”, indicou.

    O enredo foi dividido em cinco setores, e cada um fala de um tipo de encanto tucuju para apresentar o envolvimento de Mestre Sacaca com a cultura afro-indígena. O primeiro é o encanto da floresta na região do Oiapoque, mostrando o extremo norte do Brasil.


    Rio de janeiro (RJ), 21/01/2026 - Escola de samba Mangueira. Foto: JM Arruda/Mangueira
    Rio de janeiro (RJ), 21/01/2026 - Escola de samba Mangueira. Foto: JM Arruda/Mangueira

     Alegorias da Mangueira no barracão. Foto: JM Arruda/Mangueira

    O segundo momento vai trazer o encanto dos rios, quando o Mestre Sacaca mostra as experiências dele ao perambular muito pelos rios amazônicos, onde conheceu as populações ribeirinhas convivendo com tribos indígenas e com quilombos.

    “No Amapá, tem muitos quilombos como herança da escravização no Brasil. A grande estrada amazônica é o rio, a principal rota de fluxo de pessoas e mercadorias na Amazônia são os rios, então, o segundo encanto tucuju que Sacaca nos apresenta são os rios”, informou o carnavalesco.

    Na sequência é o setor do encanto da cura, com as ervas, os chás e as garrafadas de cura. “Toda a tradição de Sacaca com as ervas para fins medicinais”, apontou.

    O quarto é o encanto dos tambores, mostrando a ligação do Mestre com a cultura amapaense. Neste setor estão a dança afro-indígena sairé, o marabaixo, principal manifestação negra do Amapá, as escolas de samba que também existem no estado e a participação dele, por mais de 20 anos, como Rei Momo.

    O último setor é o encanto da natureza eterna, a eternidade, quando Mestre Sacaca se eterniza por amar a Amazônia, e a Amazônia se reconhece eterna por revelar a identidade do Sacaca em cada elemento do Amapá, conta Sidnei. Em uma espécie de simbiose, o enredo propõe não haver distinção entre Sacaca e o Amapá.

    Voz da Mangueira

    Essa autenticidade do enredo está presente também entre os componentes que desempenham funções relevantes na escola. A administração da presidente Guanayra Firmino valoriza a presença dos crias, pessoas que têm origem na comunidade. Uma delas é o intérprete Dowglas Diniz, que este ano assume o lugar que durante anos foi de Jamelão, uma das maiores referências entre os cantores de samba enredo.

    Estar pela primeira vez à frente da voz da escola, para Dowglas, é uma sensação de representar milhões de pessoas apaixonadas pela Estação Primeira e a comunidade do Morro da Mangueira, onde nasceu e cresceu.

    “Ser a voz da minha escola do coração, para mim, é muito importante. Honrar esse microfone que já foi de Jamelão, Luizito, entre outros, é muito gratificante, poder retribuir tudo que a comunidade faz por mim”, disse à Agência Brasil.

    Se a responsabilidade aumentou ao ser o intérprete principal, junto chegou a necessidade de uma preparação ainda mais intensa. São muitos ensaios e trabalho, com uma equipe de fonoaudiólogos, professor de canto e psicólogo.

    “Nossa preparação é no ensaio semanal de quinta-feira, de sábado, de domingo. É muita nebulização, comida saudável, muita maçã. A minha preparação está sendo muito rígida e, graças a Deus, tenho uma equipe muito boa de diretores musicais. Acredito que vai dar tudo certo”, desejou.

    Esquenta

    O ritual que precede o início do desfile é um momento que costuma ser emocionante para os componentes da escola e para o público da Sapucaí.

    É a hora em que as agremiações recebem as vibrações das pessoas, em geral torcidas, que lotam o Setor 1 do Sambódromo, um dos mais populares da avenida, com preços que, em 2026, variam entre R$ 15,00 (inteira) e R$ 7,50 (meia-entrada).

    Costuma-se dizer que os primeiros componentes a entrar na avenida precisam saudar o Setor 1 para receberem boas energias ao desfile. É ali também que são cantados sambas de carnavais passados que foram sucesso e os sambas de quadra, o famoso esquenta.

    Dowglas prevê que, neste momento, vai dar aquele friozinho na barriga, mas, quando a bateria começar a tocar e soar a sirene para o início do desfile, a situação vai se transformar.

    “A gente esquece tudo e só canta pelo amor à nossa vida, que, no caso, é a Estação Primeira de Mangueira. É um sentimento muito mágico e único. Espero que seja um carnaval maravilhoso para a gente”, declarou.

    Conheça os enredos e a ordem dos desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro

    1º dia – domingo (15/2)

    • Acadêmicos de Niterói – Do Alto do Mulungu Surge a Esperança: Lula, o Operário do Brasil;
    • Imperatriz Leopoldinense – Camaleônico;
    • Portela – O Mistério do Príncipe do Bará;
    • Estação Primeira de Mangueira – Mestre Sacacá do Encanto Tucuju – o Guardião da Amazônia Negra

    2º dia – segunda-feira (16/2)

    • Mocidade Independente de Padre Miguel – Rita Lee, a Padroeira da Liberdade;
    • Beija‑Flor de Nilópolis – Bembé do Mercado;
    • Unidos do Viradouro – Pra Cima, Ciça;
    • Unidos da Tijuca – Carolina Maria de Jesus.

    3º dia – terça-feira (17/2)

    • Paraíso do Tuiuti  – Lonã Ifá Lukumi;
    • Unidos de Vila Isabel – Macumbembê, Samborembá: Sonhei que um Sambista Sonhou a África;
    • Acadêmicos do Grande Rio – A Nação do Mangue;
    • Acadêmicos do Salgueiro – A delirante jornada carnavalesca da professora que não tinha medo de bruxa, de bacalhau e nem do pirata da perna-de-pau.

    Fonte: Agência Brasil de Noticias

    Divisão de elite da Guarda Municipal do Rio começa a atuar em março

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    © Fernando Frazão/Agência Brasil

    A Divisão de Elite da Guarda Municipal do Rio, que vai operar armada com pistola 9 milímetros, com capacidade para 15 tiros, apresentou nessa quarta-feira (4), o equipamento que utilizará no combate aos roubos e furtos na cidade. A força vai começar a atuar nas ruas em março deste ano.

    O prefeito Eduardo Paes explicou qual será o papel da Força Municipal, ressaltando que a segurança pública seguirá como responsabilidade do governo do estado.

    “A Força Municipal vai agir nas ruas, em cima de roubos e furtos, a partir de manchas criminais, com missões claras, com comandos específicos, para que possamos não só ter o resultado, como mensurar esse resultado, que é fundamental em qualquer política pública”, afirmou Paes.

     Ao todo, a Divisão de Elite da Guarda Municipal contará com 118 veículos, entre pick-ups, motocicletas e vans, que auxiliarão na mobilidade, capacidade de resposta e presença territorial dos primeiros 600 agentes que atuarão em áreas estratégicas da cidade, definidas a partir da análise das manchas criminais e de critérios territoriais de cada região do município. 

    Além do patrulhamento motorizado, as equipes também trabalharão com patrulhamento a pé, feito por duplas ou trios de agentes, ampliando a presença territorial, a proximidade com a população e a capacidade de observação e resposta em áreas com maior incidência criminal.

     Também foram entregues aos agentes 1.500 pistolas Glock e instrumentos de menor potencial ofensivo, como spray de pimenta, gás lacrimogêneo e tasers, ampliando as possibilidades de atuação técnica, adequada e proporcional em diferentes tipos de ocorrência.

     “O trabalho da Força Municipal parte de premissas muito claras: agentes bem selecionados, bem treinados, bem preparados e equipados para atuar nas ruas com planejamento, controle e supervisão permanentes., disse o diretor-geral da Força Municipal, Brenno Carnevale.

    Ele explicou que a disponibilização de diferentes tipos de equipamentos permitirá que as equipes tenham alternativas técnicas para cada situação, aplicando o uso diferenciado da força de forma responsável.

     Os guardas terão nos uniformes câmeras corporais de uso obrigatório durante o patrulhamento e o dispositivo móvel de gestão e monitoramento operacional.

    Fonte: Agência Brasil de Noticias

    STJ abre sindicância contra ministro acusado de importunação sexual

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    O Superior Tribunal de Justiça (STJ) abriu nesta terça-feira (4) uma sindicância interna para apurar a acusação de importunação sexual que teria sido praticada pelo ministro Marco Aurélio Buzzi. O ministro nega a acusação, feita por uma jovem de 18 anos.

    A medida foi tomada, por unanimidade, pelo plenário do STJ. Os ministros Raul Araújo, Isabel Gallotti e Antonio Carlos Ferreira foram escolhidos como membros da comissão que irá analisar a acusação. 


    Ministro do STJ Marco Buzzi
    Ministro do STJ Marco Buzzi

    Ministro Marco Buzzi – Foto: Arquivo/Sérgio Amaral/STJ

    A jovem, que é filha de um casal de amigos do ministro, acusa Buzzi de tentar agarrá-la durante um banho de mar. O episódio teria ocorrido no mês passado, quando o ministro, a jovem e seus pais passaram férias em Balneário Camboriú, litoral de Santa Catarina.

    A jovem registrou um boletim de ocorrência.

    O caso também está em tramitação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que apura as consequências administrativas da denúncia. A parte criminal é conduzida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Nunes Marques. Por ser ministro do STJ, Buzzi tem foro privilegiado no Supremo. 

    Em nota divulgada à imprensa, o ministro disse que foi surpreendido com a divulgação da denúncia. “O ministro Marco Buzzi informa que foi surpreendido com o teor das insinuações divulgadas por um site, as quais não correspondem aos fatos. Repudia, nesse sentido, toda e qualquer ilação de que tenha cometido ato impróprio”, afirmou. 

    O advogado Daniel Bialski, representante da jovem, disse que espera rigor na investigação do caso

    “Como advogado da vítima e de sua família, informamos que neste momento o mais importante é preservá-los, diante do gravíssimo ato praticado. Aguardamos rigor nas apurações e o respectivo desfecho perante os órgãos competentes”, disse. 

    Fonte: Agência Brasil de Noticias

    SP: incêndio atinge comunidade em Santos

    Novo incêndio atingiu a comunidade da Capela, na região noroeste da cidade de Santos (SP). Segundo os bombeiros entre sete e oito moradias foram atingidas, sem feridos. O combate às chamas mobilizou vinte e sete bombeiros e está em fase de rescaldo na última atualização às 20h.

    É o terceiro incêndio em 8 dias em comunidades da região noroeste da cidade, do bairro Rádio Clube. Prefeitura e Bombeiros não se manifestaram a respeito. A região é próxima da divisa com São Vicente e reúne as maiores comunidades da Baixada.

    A região recebe projetos de reurbanização, com expectativa de investimentos de mais de R$ 50 milhões em recursos municipais, estaduais e federais. 

    Fonte: Agência Brasil de Noticias