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    Pesquisadores do RN desenvolvem moléculas promissoras no combate ao melanoma usando inteligência artificial

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    Pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) desenvolveram novas moléculas que podem ajudar a combater o melanoma, tipo de câncer de pele mais agressivo e responsável por 75% das mortes relacionadas à doença, embora represente apenas 5% dos casos. O estudo foi publicado na Brazilian Journal of Pharmaceutical Sciences e destacou uma molécula chamada Q3, que apresentou resultados promissores contra o melanoma.

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    O coordenador da pesquisa, Edilson Alencar Filho, explicou que os cientistas utilizaram programas avançados de inteligência artificial (IA) capazes de identificar padrões e prever quais moléculas teriam maior potencial de eficácia. “Essa abordagem permitiu acelerar o estudo, que normalmente demandaria mais tempo e recursos financeiros, além de ajudar a compreender como essas moléculas podem agir no organismo para frear o câncer”, afirmou.

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    Segundo o estudo, as moléculas têm capacidade de se ligar à proteína Aurora Kinase A, envolvida no crescimento do tumor, bloqueando sua ação e impedindo a proliferação do melanoma. O grupo de pesquisa ALQUIMIA, responsável pelo trabalho, também investiga moléculas voltadas ao controle do mosquito Aedes aegypti, à proteção de abelhas e ao desenvolvimento de produtos agrícolas e medicamentos, ampliando o impacto das pesquisas em saúde e meio ambiente.

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