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Internacional

Sem acordo de paz com a Ucrânia, Trump volta a ameaçar Rússia com sanções

Sem acordo de paz com a Ucrânia, Trump volta a ameaçar Rússia com sanções

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (22) que espera avançar com a tentativa de encerrar a Guerra na Ucrânia em duas semanas e voltou a levantar a possibilidade de impor sanções a Moscou.

Em declarações a repórteres no Salão Oval, Trump disse “não estar satisfeito” com nenhum aspecto do esforço para alcançar a paz.

Há uma semana, o presidente dos EUA conversou no Alasca com o líder russo, Vladimir Putin, e até o momento não conseguiu convencê-lo a se reunir com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

“Será uma decisão muito importante. Se serão sanções massivas, tarifas massivas ou ambos. Ou não faremos nada e diremos ‘a luta é de vocês’?”, disse Trump à jornalistas.

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky afirmou que a Rússia está fazendo tudo o que pode para impedir um encontro entre ele e Vladimir Putin. Ele instou os aliados de Kiev a imporem novas sanções a Moscou caso o país não demonstre interesse na paz.

Entenda a guerra na Ucrânia

A Rússia iniciou a invasão em larga escala da Ucrânia em fevereiro de 2022 e detém atualmente cerca de um quinto do território do país vizinho.

Ainda em 2022, o presidente russo, Vladimir Putin, decretou a anexação de quatro regiões ucranianas: Donetsk, Luhansk, Kherson e Zaporizhzhia.

Os russos avançam lentamente pelo leste e Moscou não dá sinais de abandonar seus principais objetivos de guerra.

Enquanto isso, Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, pressiona por um acordo de paz. A Ucrânia tem realizado ataques cada vez mais ousados dentro da Rússia e diz que as operações visam destruir infraestrutura essencial do Exército russo.

O governo de Putin, por sua vez, intensificou os ataques aéreos, incluindo ofensivas com drones. Os dois lados negam ter como alvo civis, mas milhares morreram no conflito, a grande maioria deles ucranianos.

Acredita-se também que milhares de soldados morreram na linha de frente, mas nenhum dos lados divulga números de baixas militares.

Os Estados Unidos afirmam que 1,2 milhão de pessoas ficaram feridas ou mortas na guerra.

Fonte: Noticias do Mundo – CNN

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