More
    spot_imgspot_imgspot_imgspot_img

    Tema não pode mais ser adiado, diz Hugo sobre reforma administrativa

    8.645 Seguidores
    Seguir
    spot_imgspot_imgspot_imgspot_img

    A Câmara dos Deputados terá no dia 3 de setembro um debate no plenário, em formato de comissão geral, sobre a reforma administrativa. O tema, segundo o presidente da Casa, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), não pode mais ser prorrogado.

    “Esse tema não pode mais ser adiado, pois diz respeito à espinha dorsal da República: a capacidade do Estado de servir de forma eficiente e justa”, afirmou Motta no X (antigo Twitter).

    Desde maio, um grupo de trabalho com 17 parlamentares analisa uma proposta de reforma sob a coordenação do deputado Pedro Paulo (PSD-RJ).

    Na semana passada, o parlamentar apresentou as matérias elaboradas para Motta e para a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. Nesta semana, Pedro Paulo deve debater o tema com bancadas e frentes parlamentares para dar tração às propostas.

    “O Brasil precisa de coragem para enfrentar suas verdades. E uma delas é inescapável: o Estado brasileiro não está funcionando na velocidade da sociedade. A cada dia, a vida real cobra mais do que a máquina pública consegue entregar. E quando o Estado falha, é o cidadão quem paga a conta”, disse Hugo.

    A reforma é considerada prioritária para o presidente da Câmara, mas enfrenta resistência entre integrantes da base governista. Na gestão anterior, do deputado Arthur Lira (PP-AL), o tema ficou travado.

    Proposta de reforma

    Como a CNN mostrou, a reforma deve estar distribuída em uma PEC (proposta de emenda à Constituição), um PLP (Projeto de Lei Complementar) e um PL (Projeto de Lei Ordinária).

    Segundo o relator, o texto reúne 70 medidas distribuídas em quatro eixos: estratégia, governança e gestão; transformação digital; profissionalização do serviço público; e combate a supersalários e privilégios.

    Entre os destaques está a criação de uma tabela única de remuneração nacional para servidores de todas as esferas. Outra mudança é o fim das férias de 60 dias para servidores, exceto professores e profissionais de saúde expostos a riscos, que poderão manter períodos maiores.

    O relatório do grupo estabelece ainda limites para supersalários nos três poderes e define regras para diferenciar verbas indenizatórias das remuneratórias. Também há medidas previstas para o disciplinamento de contratações temporárias.

    A proposta prevê também a possibilidade de bônus, como 14º e 15º salários, condicionados ao cumprimento de metas e à saúde fiscal do ente federativo.

    Fonte: CNN

    spot_imgspot_imgspot_imgspot_img

    Veja tambem

    spot_imgspot_img

    Related articles

    DEIXE UMA RESPOSTA

    Por favor digite seu comentário!
    Por favor, digite seu nome aqui

    spot_imgspot_img