A prefeita eleita de Parnamirim, Nilda (Solidariedade), anunciou mais dois nomes para compor seu secretariado a partir de 1º de janeiro de 2025. O tenente-coronel Givanildo Gomes do Nascimento será o titular da Secretaria de Segurança Pública, Defesa Social e Mobilidade Urbana (Sesdem). Já o advogado Raimundo de Oliveira Filho vai comandar a Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo (Semur).
Sobre o futuro secretário de Segurança, Nilda destacou que “Givanildo tem trabalho reconhecido na Polícia Militar”. “Acredito que fará um belo trabalho à frente da Sesdem”, disse a prefeita eleita de Parnamirim.
“Recebo essa missão com muita responsabilidade e comprometimento. A segurança pública é um pilar fundamental para o bem-estar da população, e tenho plena consciência dos desafios que estão por vir. Como sempre digo: missão dada é missão cumprida. Vamos trabalhar para garantir um serviço de qualidade a nossa Parnamirim”, disse Givanildo.
Quanto a Raimundo Filho, a prefeita eleita Nilda enfatizou que o advogado “é um profissional comprometido e muito atuante na área jurídica e chega para somar pelo perfil técnico e envolvimento com a segurança jurídica no serviço público”.
“Recebo com muita responsabilidade, pois temos desafios a serem enfrentados e superados no tocante a entregar ao povo de Parnamirim um serviço público de qualidade e eficiente. Temos que modernizar a administração pública, melhorando a resposta que o Poder Público deve dar ao cidadão”, concluiu Raimundo.
Perfil
Givanildo Gomes do Nascimento é tenente-coronel da Polícia Militar, corporação que integra há mais de 27 anos, com atuação destacada em Policiamentos Especializados, Serviço de inteligência e Arca de Ensino. Entre outras funções, foi comandante do Gate de 2005 a 2007, comandante da CPChoque de 2000 a 2005, comandante do 9º Batalhão da PMRN e chefe da Inteligência do Gabinete de Segurança Institucional do Tribunal de Justiça do RN. Já Raimundo Filho é advogado com vasta experiência. Foi coordenador financeiro da Junta Comercial do Estado (Jucern), assessor jurídico da Câmara Municipal de Parnamirim, chefe de Gabinete da Vice-Governadoria do Estado e assessor jurídico parlamentar da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.
Secretariado
Com os anúncios feitos até agora, assim está a composição do secretariado da próxima Gestão:
* Educação: Eliza Toscano
* Assistência Social: Fativan Alves
* Segurança Pública, Defesa Social e Mobilidade Urbana: Tenente-coronel Givanildo
Foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (6/12) a autorização para o provimento de 192 cargos do Plano Especial de Cargos da Polícia Federal (PECPF), por meio de concurso público.
Os cargos contemplam nível intermediário, sendo 100 vagas para o cargo de agente administrativo, e nível superior, com cargos distribuídos entre 11 especialidades:
Assistente Social (13 vagas); Contador (9 vagas); Enfermeiro (3 vagas); Médico (35 vagas); Psicólogo (6 vagas); Farmacêutico (2 vagas); Nutricionista (1 vaga); Estatístico (4 vagas); Administrador (6 vagas); Técnico em Comunicação Social (3 vagas) e Técnico em Assuntos Educacionais (10 vagas).
A Polícia Federal, que é responsável pela realização do concurso público, tem o prazo de até seis meses para a publicação do edital de abertura. O prazo mínimo entre o edital e a primeira prova do certame é de dois meses. Já o provimento dos cargos, após homologação do resultado final do concurso, fica condicionado à adequação orçamentária e financeira.
A PF fica também responsável por outras atribuições, como editar os atos administrativos necessários à realização do concurso público, observar as leis e os regulamentos que tratem sobre políticas de reserva de vagas em concursos públicos, assegurando que as ações e procedimentos estejam alinhados ao alcance da efetividade de tais políticas, e zelar pela conformidade legal dos procedimentos relacionados ao planejamento e à execução do concurso público.
Sem responder adequadamente às graves denúncias apuradas pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) por abuso de poder político durante as eleições municipais de 2024, a Prefeitura de Natal aproveitou uma nota do Poder Executivo para recomendar que o MPE que “todas as denúncias recebidas durante o período eleitoral sejam igualmente esclarecidas, inclusive as que foram feitas em relação ao uso da máquina pública em órgãos da administração estadual”.
O ato– que é ato oficial da Administração Pública – revela a enorme confusão que há em nossa gestão entre o público e o privado. Ao usar um comunicado oficial da Prefeitura para atacar o Governo do Estado e tentar desviar o foco das práticas imputadas a sua gestão, o prefeito Álvaro Dias (REP) incorre naquilo que seu críticos cansaram de salientar: a prática coronelista de quem administra a cidade como se fosse uma de suas fazendas, visando aos próprios interesses e desrespeitando os ritos democráticos.
Do que se trata
Na manhã desta quarta-feira (6), o Ministério Público Eleitoral, por meio do GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), deflagrou uma operação em órgãos da Prefeitura de Natal para investigar denúncias de abuso de poder político durante as eleições municipais de 2024. A ação teve como alvos principais os vereadores eleitos Daniell Rendall e Irapoã Nóbrega Azevedo de Oliveira, ambos do partido Republicanos, acusado de coagir servidores públicos a apoiar suas campanhas eleitorais sob ameaça de demissão ou exoneração. Rendall ocupava o cargo de diretor de Recursos Humanos na Secretaria Municipal de Educação (SME), enquanto Irapoã era titular da Secretaria de Serviços Urbanos (Semsur), antes de se candidatarem. Os promotores, acompanhados de policiais, cumpriram mandados de busca e apreensão em quatro órgãos da Prefeitura: as secretarias de Educação (SME), Serviços Urbanos (Semsur), Trabalho e Assistência Social (Semtas) e a Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico (Arsban).
Na SME, computadores e documentos foram apreendidos nas salas relacionadas às atividades de Daniell Rendall e outros servidores citados nas denúncias. Além disso, a operação revelou um histórico de suspeitas de irregularidades eleitorais na Prefeitura de Natal. Em outubro, Victor Diógenes, diretor técnico da Arsban, foi exonerado após ser acusado de assédio eleitoral. Ele teria cobrado votos de funcionários terceirizados e comissionados para Paulinho Freire, candidato pelo União Brasil.
Apesar da exoneração, Diógenes foi renomeado ao mesmo cargo em novembro, após o fim do pleito. Em nota, a Prefeitura de Natal declarou que está à disposição para colaborar com as investigações. O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), por sua vez, ainda não confirmou oficialmente a operação. A investigação amplia o alcance de denúncias de abuso de poder político na gestão municipal, trazendo à tona suspeitas de práticas que comprometem a integridade do processo eleitoral em Natal.
Nota da Prefeitura de Natal
Com relação à operação de busca e apreensão realizada nesta sexta-feira (6) dentro da investigação por suposto abuso de poder político em alguns órgãos do Município, a Prefeitura do Natal informa que, mesmo não possuindo maiores informações, está à disposição para contribuir e esclarecer aos responsáveis legais quaisquer pontos que se fizerem necessários. A Prefeitura entende que o Ministério Público está cumprindo seu papel. Espera, também, que todas as denúncias recebidas durante o período eleitoral sejam igualmente esclarecidas, inclusive as que foram feitas em relação ao uso da máquina pública em órgãos da administração estadual, como PGE e Secretaria de Segurança Pública do Governo do Estado, também acusados de cometer assédio eleitoral.
O ex-presidente da Petrobras Jean Paul Prates, que foi senador do Rio Grande do Norte entre 2019 e 2022, falou pela primeira vez sobre sua saída do Governo Lula, em maio deste ano. Ele deu declarações em entrevista ao jornal O Globo publicada nessa sexta-feira (6).Jean afirmou acreditar ter contrariado interesses “que certamente não estava atento” e, embora diga não saber quais eram, aponta o ministro Alexandre Silveira, de Minas e Energia, como um dos responsáveis por convencer o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a tirá-lo do cargo.
Ele relatou ter ficado incomodado com a presença de Silveira no gabinete de Lula quando foi comunicado da demissão. “Foi muito desagradável”, relembra Prates, que disse ainda buscar uma audiência com o presidente para “passar a situação a limpo”.Para o ex-senador potiguar, Lula erra ao manter na base aliada partidos que criam dificuldades no Congresso e crises dentro do próprio governo, como a que resultou em sua demissão.
“A oposição está dentro do próprio governo”, afirmou.Veja trechos da entrevista:Ficou alguma mágoa da forma como o senhor foi demitido pelo presidente Lula, na presença dos ministros Alexandre Silveira (Minas e Energia) e Rui Costa (Casa Civil)?
Na hora foi muito desagradável, mas depois entendi a situação. Houve uma última conversa em que o presidente me disse: “você não está recuando, tem alguns pontos de vista aqui dos ministros”. E eu falei: “eu não posso (recuar), porque eu sei o que eu estou fazendo. Sinta-se à vontade, o cargo é seu”.
Aí ele respondeu que iria me substituir. Refletindo muito sobre aquela cena, eu percebi que o presidente estava desgastado com o embate, não era comigo. Tanto que depois houve um contato dele por uma pessoa dizendo: “vamos conversar, aquele momento ali não foi muito legal”. Ele estava pressionado e as pessoas ali aproveitaram a circunstância. Não tinha a ver com a Petrobras, nunca teve, na verdade.
Não tenho ressentimentos, não existe mágoa com o presidente, nem mesmo com os ministros, porque é o jogo da política. Eu perdi essa batalha.
O senhor falou com o presidente depois?Não, só através de outras pessoas.
O que o senhor acha que pesou mais para a sua demissão?
Foram falsas crises criadas para fragilizar a presidência da Petrobras. Por qual razão, eu não sei. Um dia vai se descobrir. Mas não havia crise do gás, não havia crise na fábrica de fertilizantes, também não teve crise dos estaleiros. Nós tínhamos programado, inclusive, um negócio chamado Mar de Oportunidades, que era um programa de resgate de estaleiros que nunca foi lançado.
Foi apresentado à Casa Civil e foi engavetado, porque disseram que era mais do mesmo e não era. E, por fim, não havia crise de dividendos. Tanto não havia que os dividendos foram pagos agora.
Qual interesse o senhor acredita ter contrariado?
Haviam alguns outros interesses envolvidos, provavelmente, que eu certamente não estava atento. Talvez alguma coisa com relação ao próprio plano estratégico, à política, indicação de algumas pessoas na Petrobras que desagradaram. Pontualmente, foram coisas muito pequenas.
O senhor atribui a esses mesmos interesses as trocas nas diretorias que ocorreram após sua saída e, neste momento, as disputas no Conselho de Administração?
O desgaste com o Alexandre (Silveira) ocorreu inclusive por conta dessas coisas. O problema não era com o fato de o ministro indicar conselheiro, mas alguns conselheiros, alguns, é bom que se diga, começaram a deliberadamente dificultar as coisas. A gente levava para a pauta, não evoluía, e o próprio presidente do conselho falava: “você tem que falar com o ministro, tem que pedir para ele”. Para a presidência da Petrobras, isso é absurdo. A empresa é vinculada ao Ministério de Minas e Energia, ela não é subordinada.Para o senhor, isso configurou uma interferência do governo?
Não acho que seja interferência. Interferência pode haver, porque o governo é o acionista majoritário, mas faz parte de uma lacuna de governança essa nebulosidade de até onde você pode mexer numa diretoria, ou pior ainda, numa gerência. A forma de dar comandos ao presidente da Petrobras e à sua diretoria é o Conselho de Administração. Então, a ordem dada pelo ministro ou mesmo pelo presidente da República tem que ser comunicada. E essa é a falha da governança que ainda existe na Petrobras. Eu diria que 98% da governança está perfeita. Os 2% que faltam são exatamente a lacuna de como o governo, sendo acionista majoritário, se comunica e organiza as diretrizes e instruções que ele dá para a diretoria.
O senhor tem planos de voltar a disputar um cargo político?
Não. Zero intenção de disputar. Eu saí da Petrobras e ninguém me ofereceu nada. Acho que a forma pela qual tudo aconteceu foi tão bem feita que pessoas devem ter pensado: alguma coisa ele fez, sendo que eu não fiz nada. Não roubei, não traí o presidente, tudo era balela. Eu conto nos dedos de uma mão pessoas do PT que me ligaram e foram meus amigos até esse momento.
Acredita que sua imagem foi prejudicada?
Não acho que ficou prejudicada. É uma opção minha baseada numa convicção que o partido é o técnico do político. Se eu estou na política partidária e eleitoral, o meu técnico não sou eu, o meu técnico é o partido. Neste momento compreendi que a mensagem é: “você não está escalado para nada”. Então, vou cuidar da minha vida porque eu não tenho política como profissão. Minha profissão é executivo e gestor público ou privado de recursos naturais e energia.
E como vê a estratégia do PT em relação à governabilidade, ao abrir espaços para partidos de centro, como o PSD, do ministro Silveira?
As circunstâncias mudaram muito. O que antes o governo controlava com ministérios, abrindo espaços, hoje não controla mais. Acabamos de ver uma votação em que dois partidos governistas votaram majoritariamente contra medidas do governo. Falta articulação, mas não é só isso. Falta uma visão de guarda-chuva geral, chamar todo mundo e dizer: “se você é o partido x e tem o delegado, o coronel, o antilulista, ou você trata com esse cara ou tem que sair da base do governo. Vai me devolver o ministério”. Tem que haver um basta para atrair uma base uníssona. A oposição hoje está dentro do governo Lula. Toda crise que acontece não é provocada pela oposição, é pela própria base governista.Inclusive na que levou à sua demissão?Inclusive nessa.
Dois suspeitos de assaltar uma lanchonete na Zona Sul de Natal com uso de fuzil morreram em confronto com policiais civis na manhã desta sexta-feira (6) em uma granja no município de Pureza. A “Operação Tártaro”, que tinha o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em roubos a bancos, foi deflagrada pela Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (DEICOR).
Segundo a Polícia Civil, entre os mortos estava José Ari Dantas da Silva, natural da Bahia, apontado como um dos assaltantes de bancos mais perigosos e experientes do país. O outro suspeito, José Carlos Renato Santos da Silva, pernambucano, tinha antecedentes por roubo qualificado.
De acordo com a polícia, as investigações foram intensificadas após o grupo autointitulado “Cangaço” divulgar suas ações nas redes sociais e cometer diversos crimes, incluindo o roubo de um carro-forte em um supermercado na Zona Sul de Natal, no dia 05 de agosto de 2024, e um assalto a uma lanchonete na última segunda-feira (2), no bairro Lagoa Nova.
A Polícia Civil localizou o esconderijo dos suspeitos e, ao chegar ao local, foi recebida a tiros. Em resposta, dois criminosos foram alvejados e, apesar de serem socorridos, não resistiram. Durante a operação, foram apreendidos 17 explosivos, equipamentos para explosão e corte de cofres bancários, uma pistola, dois veículos roubados (um deles utilizado no roubo à lanchonete), placas adulteradas e outros materiais que indicavam o planejamento de uma grande ação criminosa contra uma instituição financeira.
A investigação contou com o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Receita Federal, Departamento de Inteligência Policial (DIP), Delegacia Especializada de Furtos e Roubos de Natal (DEFUR/Natal), Delegacia Especializada de Defesa da Propriedade de Veículos e Cargas (DEPROV/Natal) e da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/Mossoró).
O nome “Tártaro” foi inspirado na mitologia grega, simbolizando o caos e a desordem provocados pela organização criminosa na Grande Natal.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de chuvas intensas para 95 cidades no Rio Grande do Norte. O aviso é válido até 10h deste sábado (7). (Veja lista de cidades atingidas no fim da reportagem).Estão entre as cidades atingidas pelo alerta Mossoró, na Região Oeste, Serra Negra do Norte, onde a chuva causou estragos nesta semana, causando alagamentos e invadindo casas, e Ipueira, onde choveu granizo também nos últimos dias.
O aviso é da cor amarela, que representa perigo potencial, o nível mais baixo numa escala de três níveis no grau de severidade do órgão. Os outros dois são laranja (perigo) e vermelha (grande perigo).Nesse alerta amarelo, as chuvas podem ser de 20 a 30 mm/h ou chegar a até 50 mm/dia, com ventos intensos de 40 a 60 km/h.De acord com o Inmet, nesse alerta há baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.
Entre as recomendações do órgão em caso de rajadas de vento estão:não se abrigar debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas;não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda;evitar usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.
Para obter mais informações ou auxílio, acionar Defesa Civil (telefone 199) e Corpo de Bombeiros (telefone 193). Veja cidades atingidas:
Um jovem de 21 anos de idade despareceu após entrar no mar com a namorada na manhã desta quinta-feira (5) na praia de Areia Preta, na Zona Leste de Natal. O Corpo de Bombeiros iniciou as buscas, mas até 15h30 desta quinta, ele não havia sido encontrado.
O helicóptero Potiguar 1, da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed), também auxiliou nas buscas, que foi acompanhada pelos pais do jovem na beira-mar. O jovem foi identificado como Niedson Gonzaga.De acordo com o Corpo de Bombeiros, Niedson tomava banho de mar com a namorada. Eles teriam entrado no mar por volta das 10h30.
Testemunhas relataram aos bombeiros que a namorada do jovem começou a se afogar, e ele tentou ajudá-la. Um banhista, então, percebeu o afogamento dos dois e conseguiu retirar a garota da água. Niedson, no entanto, foi levado pela correnteza.
Uma equipe do Corpo de Bombeiros que estava na Praia do Meio chegou cerca de um minuto depois de ser acionada. A base de guarda-vidas de Areia Preta estava desativada, fato que completou pelo menos três semanas, segundo banhistas e comerciantes.
O trecho onde o casal se afogou é sinalizado aos banhistas com bandeiras vermelhas sobre os riscos de afogamento. Em um fim de semana de novembro, pelo menos cinco pessoas foram resgatadas de afogamentos nas praias Areia Preta e Praia do Forte.“Infelizmente não tínhamos a presença de guarnição aqui no local, ela foi acionada de imediato através da ligação de um popular. A guarnição mais próxima chegou por volta de 1 minuto aqui no local”, explicou o subtenente Helder, do Corpo de Bombeiros.
O Ministério da Educação (MEC) divulgou os resultados do Selo de Alfabetização, e nosso município alcançou o Selo Ouro.
Essa vitória é reflexo do compromisso de São Gonçalo com a educação e da implementação de políticas públicas eficazes, especialmente na alfabetização.
O Selo de Alfabetização é uma iniciativa do MEC que reconhece gestões educacionais alinhadas ao Plano Nacional de Educação (PNE) e ao Compromisso Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (CNAIC).
A conquista reforça nosso compromisso em garantir que nossas crianças sejam alfabetizadas na idade certa, oferecendo a elas um futuro com mais oportunidades.
Este é o resultado de uma parceria forte entre profissionais da educação, famílias e a gestão municipal, todos unidos por uma educação de Qualidade!
O Estado do Rio Grande do Norte conquistou o Selo Ouro no Compromisso com a Alfabetização. A certificação, concedida pelo Ministério da Educação (MEC) por meio do programa Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), reconhece as boas práticas de secretarias de educação que promovem e garantem o direito à alfabetização infantil.
A conquista do Selo Ouro coloca o estado entre os destaques nacionais, ao lado de outras 13 unidades federativas que também alcançaram a categoria máxima, incluindo Pernambuco, Ceará e Minas Gerais, resultado de um esforço conjunto entre gestores, professores e a comunidade escolar para enfrentar os desafios da aprendizagem.
A conquista reflete o impacto da Política Territorial de Alfabetização de Crianças do Rio Grande do Norte (Pró-Alfa RN), programa que tem sido a espinha dorsal das ações de alfabetização no território potiguar. Lançado como uma resposta ao desafio de recompor as aprendizagens, o Pró-Alfa RN promove uma abordagem sistemática e colaborativa, envolvendo formação continuada de professores, suporte pedagógico às escolas e monitoramento contínuo dos resultados de aprendizagem.
A premiação, dividida em três categorias – bronze, prata e ouro –, é parte da estratégia do MEC para incentivar práticas de gestão pública voltadas à redução das desigualdades educacionais e ao cumprimento das metas estabelecidas pelo Plano Nacional de Educação (PNE).Com o Selo Ouro, o Rio Grande do Norte reforça seu papel de liderança na educação básica, inspirando outras redes a investirem em políticas efetivas para garantir o direito de aprender.