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    Policiais penais são afastados no caso Igor Cabral

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    A Secretaria da Administração Penitenciária (SEAP) do Rio Grande do Norte informou, por meio de nota à imprensa, que afastou cautelarmente 10 policiais penais lotados na Cadeia Pública de Ceará-Mirim. A medida foi tomada em cumprimento a decisão judicial e esses servidores foram realocados para o Complexo Penal Agrícola Dr. Mário Negócio, em Mossoró, considerando-se “a incontestável necessidade do serviço público”, conforme comunicado oficial.

    A SEAP declarou que está colaborando integralmente com os órgãos responsáveis e adotando todas as providências determinadas para esclarecer os fatos. O processo judicial que motivou o afastamento está sob segredo de justiça, segundo a secretaria.

    Informações extraoficiais da TV Ponta Negra:

    De acordo com fontes da TV Ponta Negra, o afastamento dos policias teria ligação com agressões e até mesmo tortura contra o detento Igor Eduardo Pereira Cabral, de 29 anos, dentro da prisão.

    O caso:

    Igor foi preso no dia 28 de julho por agredir sua namorada com mais de 60 socos no rosto dentro de um elevador, em um condomínio em Natal (RN). A vítima, identificada como Juliana Garcia, sofreu fraturas faciais graves e precisou passar por cirurgia de reconstrução óssea.  A Polícia Civil indiciou Cabral por tentativa de feminicídio.

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    Relatos indicam que o ataque partiu de ciúmes: segundo a vítima, Igor Cabral teria ficado irritado após ver mensagens no celular dela. Além disso, ele alegou ter tido um “surto claustrofóbico” no elevador, justificando sua violência.

    Lógica do afastamento

    Embora a nota da SEAP não diga exatamente em quais condições os policiais penais são suspeitos de envolvimento no caso, o afastamento ocorre no contexto em que Igor Cabral está preso e justamente na Cadeia Pública de Ceará-Mirim, que é onde os servidores afastados estavam, conforme a secretaria. Assim, há uma relação direta entre a prisão de Cabral e a operação administrativa da SEAP.

    A secretaria reforça que segue todas as determinações judiciais e que os servidores não foram demitidos, apenas realocados para outra unidade penal, mantendo a prestação de serviço público no sistema penitenciário.

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    Fonte: Ponta Negra News

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