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    RN teve 17 denúncias de assédio eleitoral no 1º turno e mais 4 no 2º

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    O Rio Grande do Norte registrou 17 denúncias de assédio eleitoral durante o primeiro turno das eleições de 2024, e mais quatro durante os primeiros dias do segundo turno, segundo dados do Ministério Público do Trabalho (MPT) até a manhã desta sexta (11).No primeiro turno, das 17 denúncias ao todo, foram 15 sem repetição. Já o balanço até esta sexta aponta para 21 registros totais, sendo 18 sem repetição.

    O Brasil já soma 746 denúncias deste tipo, com 621 casos distintos. Considerando somente as denúncias sem repetição, os estados líderes são São Paulo e Bahia, com 81, seguido pelo Acre e Ceará (33 cada), Rio de Janeiro (32), Goiás (31) e Paraná (30).Entre os estados nordestinos, o RN aparece na sexta colocação, atrás da Bahia, Ceará, Paraíba (27), Piauí (27) e Sergipe (21), e à frente de Pernambuco (14), Alagoas (10) e Maranhão (5). Bahia: 81

    Ceará: 33

    Paraíba: 27

    Piauí: 27

    Sergipe: 21

    Rio Grande do Norte: 18

    Pernambuco: 14

    Alagoas: 10

    Maranhão: 5.

    Um desses casos, já mostrado pela Agência SAIBA MAIS, envolveu o dono de uma fábrica de confecção de roupas íntimas de Jardim de Piranhas, que precisou assinar um Termo de Compromisso de Ajuste de Conduta (TAC) se comprometendo a não ameaçar ou constranger seus funcionários e a divulgar um comunicado público para reafirmar o direito dos empregados de escolherem livremente seus candidatos.

    No caso em questão, a denúncia foi encaminhada no final de julho ao MPT. Os vídeos anexados mostram o empresário coagindo e incentivando seus funcionários — costureiros e operadores de máquinas — a declararem votos nos seus candidatos a prefeito e vereador. Após a gravação dos vídeos, o dono da fábrica espalhou os materiais em grupos de Whatsapp da cidade.

    De acordo com a denúncia do MPT, vários trabalhadores alegaram terem ficado constrangidos e contrariados ao serem procurados pelo patrão para gravar os vídeos. De acordo com os colaboradores, o temor pela continuidade no emprego foi fator determinante para que aceitassem a proposta, já que, caso houvesse negativa, teriam serem “colocados para fora”, conforme relataram.

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