15
Um dos momentos mais comentados pelos eleitores do Rio Grande do Norte no debate da Band. Trata-se da Operação Mederi, que investiga roubo do dinheiro da Saúde de Mossoró. O assunto foi levantado no debate pelo ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (PL).
Ao fazer uma réplica de um comentário de Allyson, Álvaro foi direto. “O senhor precisa explicar ao eleitor sobre a Operação Mederi, que invadiu sua casa, levou seus celulares e o senhor se recusou a fornecer as senhas”, disse Álvaro, causando desconforto em Allyson que, imediatamente, pediu direito de resposta à coordenação do debate.
Ao comentar o assunto, Allyson disse qualquer político deve ser investigado. E garantiu que não teme nada porque até agora não surgiu nada contra ele. O ex-prefeito faltou com a verdade, pois a Polícia Federal (PF) afirma que Allyson ocupa o topo do esquema criminoso.
Robério Paulino também comentou sobre o assunto e leu parte do relatório da investigação. Allyson pediu novo direito de resposta.
“Acho bom Allyson ter direito de resposta porque a Polícia Federal esteve na casa dele e ele precisa explicar isso”, destacou Álvaro em uma de suas tréplicas. Até o final do segundo bloco do debate, Allyson já tinha pedido 5 direitos de resposta.
Cadu fechou o caixão de Allyson ao afirmar: “Allyson, o consignado está atrasado, mas o dinheiro está no bolso do servidor. E o dinheiro que foi roubado da Saúde de Mossoró está onde? Está em algum isopor”?
Ao fazer a tréplica, Allyson disse que Cadu estava nervoso porque o candidato governista lembrou quye Allyson botou o nome da avó na policlínica (o que é verdade) e que colocou a esposa, ex-primeira-dama Cínthia Pinheiro como candidata (outra verdade).
Álvaro perguntou mais uma vez sobre a Operação Mederi. Ao usar a palavra, Allyson usou a mesma tática contra Álvaro, mas não respondeu porque se negou a fornecer as senhas dos seus aparelhos celulares que foram apreendidos pela Polícia Federal. Mais uma vez, fugiu da resposta. Também lançou a velha tática de se vitimizar.
Fonte: Na Boca da Noite

