Flávio Rocha diz que aceitaria disputar Senado ao lado de Álvaro e Styvenson
O empresário Flávio Rocha, especulado para compor a chapa bolsonarista nas eleições no Rio Grande do Norte, afirmou que aceitaria concorrer ao Senado ao lado de Álvaro Dias (Republicanos) e Styvenson Valentim (PSDB), mas disse que a “chapa já está fechada”.
A declaração foi feita em conversa com o Blog do Heitor Gregório na manhã desta quarta-feira (11).
“Eu toparia ser candidato ao Senado ao lado de Álvaro e Styvenson, mas a chapa já está fechada”, declarou.
Rocha e o presidente da Assembleia, Ezequiel Ferreira de Souza, passaram a ser especulados a partir do início deste mês para a disputa ao Senado. No entanto, a chapa majoritária da oposição já foi anunciada e será lançada em 21 de março em Natal com a presença de Flávio Bolsonaro. Ela conta com Álvaro Dias para o Governo do Estado, Babá como vice, e os senadores Styvenson Valentim e Coronel Hélio para o Senado.
Saiba Mais: Flávio Rocha e Ezequiel Ferreira são especulados em chapa bolsonarista no RN
Flávio Rocha é o presidente do Conselho de Administração do Grupo Guararapes, que inclui a rede varejista Riachuelo, a Midway Financeira, um Contact Center, a Transportadora Casa Verde e dois teatros Riachuelo, na capital potiguar e no Rio de Janeiro.
Em 2018, o empresário chegou a se filiar ao PRB (atual Republicanos) para ser candidato à presidência, mas desistiu. Nesse mesmo ano, Rocha foi condenado em primeira instância pelo crime de injúria contra a procuradora do trabalho Ileana Neiva Mousinho. Ele criticou uma ação da procuradora nas redes sociais, se referindo a ela como “louca”, “perseguidora” e “exterminadora de empregos”. Em 2021, contudo, foi absolvido pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª região.
Em 2022, o responsável pela Riachuelo doou R$ 66.600,00 à Rogério Marinho para a campanha ao Senado. O mesmo valor também foi repassado pelos seus irmãos, Élvio Gurgel Rocha e Lisiane Gurgel Rocha, para o mesmo candidato. Flávio ainda foi deputado federal pelo Rio Grande do Norte entre as décadas de 1980 e 1980.
O empresário, reconhecidamente antipetista e defensor ferrenho do estado mínimo, contou com benefícios bilionários para suas empresas durante os governos Lula e Dilma, através de empréstimos junto ao BNDES e isenções fiscais.
Fonte: saibamais.jor.br





